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Quirky AI, Data Bending, and Algorithms in Cornrows: Decolonial Practices in Postdigital Art and Education

  • Autores: Kristin Klein
  • Localización: Communiars: Revista de imagen, artes y educación crítica y social, ISSN-e 2603-6681, Nº. 13, 2025, págs. 59-74
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • IA excêntrica, manipulação de dadose algoritmos em tranças nagô: práticas decoloniais na arte e educação pós-digital
    • IA excéntrica, manipulación de datos y algoritmos en trenzas: prácticas decoloniales en el arte y la educación postdigital
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El presente trabajoexplora enfoques decoloniales hacia la IA en las artes, considerando el concepto de postdigitalidad, que define la tecnología digital como profundamente entrelazada con entornos sociales, culturales, políticos y geográficos. Esta integración da lugar a nuevas formas sociotécnicas, condiciones material-culturales y estructuras de poder que van más allá de la mera digitalización.Las obras artísticas que analizan las dinámicas de poder poscoloniales dentro del ámbito de la tecnología digital abordan y desafían estas interconexiones complejas. Anatomy of an AI System(2018) de Kate Crawford y Vladan Joler, por ejemplo, expone los ensamblajes sociotécnicos en los que se sitúa la IA, resaltando sus impactos ambientales y sociales. Otros artistas utilizan la IA para amplificar voces y perspectivas marginadas: Not The Only One(2018) de Stephanie Dinkins preserva narrativas culturales a través de la tecnología digital, mientras que Library of MissingData Sets(2016) de Mimi Ọnụọha y Close Isn’t Homede Samantha Vasson y Grace Kwon alude a la política de recopilación de datos, abogando por una mayor inclusión. Finalmente, obras especulativas como NeuroSpeculative AfroFeminism (2016) de Hyphen-Labs imaginan formas alternativas de tecnología al fusionar el afrofuturismo con la neurociencia, representando a las mujeres negras como pioneras tecnológicas.Estetexto entrelaza prácticas artísticas con enfoques de educación artística para imaginar futuros decoloniales basados en la comunidad, el cuidado y el conocimiento colectivo. Defiende estrategias decoloniales que fomenten la inclusión, la diversidad y la equidad, promoviendo narrativas alternativas y posibilidades transformadoras más allá de los paradigmas tecnológicos dominantes.

    • English

      The text explores decolonial approaches to AI in the arts, taking into account the concept of postdigitality which defines digital technology as deeply intertwined with social, cultural, political, and geographical environments. This integration leads to new sociotechnical forms, material-cultural conditions, and power structures that extend beyond mere digitalization. Artistic works that examine postcolonial power dynamics within the realm of digital technology engage with and challenge these intricate interconnections. Kate Crawford and Vladan Joler’s Anatomy of an AI System(2018), for example, exposes the sociotechnical assemblages AIis situated in, highlighting environmental and social impacts. Other artists use AI to amplify marginalized voices and perspectives: Stephanie Dinkins Not The Only One (2018) preservescultural narratives through digital technology. Mimi Ọnụọha’s Library of Missing Data Sets(2016) and Close Isn’t Homeby Samantha Vasson and Grace Kwon allude to the politics of data collection, advocating for more inclusivity. Speculative artworks such as Hyphen-Labs’ NeuroSpeculative AfroFeminism(2016) finally envision alternative forms of technology by merging Afrofuturism and neuroscience, portraying Black women as technological trailblazers. The text weaves together artistic practices with art educational approaches to envision decolonial futures rooted in community, care, and collective knowledge. It advocates fordecolonial strategies that promote inclusivity, diversity, and equity, fostering alternative narratives and transformative possibilities beyond dominant technological paradigms.

    • português

      O texto explora abordagens decoloniais para a IA nas artes, considerando o conceitode pós-digitalidade, que define a tecnologia digital como profundamente entrelaçada com contextos sociais, culturais, políticos e geográficos. Essa integração dá origem a novas formas sociotécnicas, condições material-culturais e estruturas de poder que vão além da simples digitalização.As obras artísticas que analisam as dinâmicas de poder pós-coloniais dentro do campo da tecnologia digital abordam e desafiam essas interconexões complexas. Anatomy of an AI System(2018), de Kate Crawford e Vladan Joler, por exemplo, expõe os arranjos sociotécnicos nos quais a IA está inserida, destacando seus impactos ambientais e sociais. Outros artistas utilizam a IA para amplificar vozes e perspectivas marginalizadas: Not The Only One(2018), de Stephanie Dinkins, preserva narrativas culturais por meio da tecnologia digital, enquanto Library of Missing Data Sets(2016), de Mimi Ọnụọhae Close Isn't Homede Samantha Vasson e Grace Kwon, questiona a política de coleta de dados, defendendo maior inclusão. Por fim, obras especulativas como NeuroSpeculative AfroFeminism(2016), do coletivo Hyphen-Labs, imaginam formas alternativas de tecnologia ao fundir o afrofuturismo com a neurociência, retratando mulheres negras como pioneiras tecnológicas.O texto entrelaça práticas artísticas com abordagens da educação artística para imaginar futuros decoloniais baseados na comunidade, no cuidado e no conhecimento coletivo. Defende estratégias decoloniais que promovam inclusão, diversidade e equidade, incentivando narrativas alternativas e possibilidades transformadoras além dos paradigmas tecnológicos dominantes.


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