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A imaginação criadora como possibilidade metodológica nas aulas de Geografia: Uma experiência no PIBID

    1. [1] Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia

      Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Bahia

      Brasil

  • Localización: Revista Ensino de Geografia (Recife), ISSN-e 2594-9616, Vol. 5, Nº. 2, 2022 (Ejemplar dedicado a: Revista Ensino de Geografia(Recife)), págs. 1-13
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Creative imagination as a methodological possibility in geography classes: an experience in pibid
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This article aims to discuss the possibilities of using creative imagination, or poetics, as a methodology for teaching Geography, because after observations made in Geography classes for high school students in Salvador, we noticed that the theoretical-methodological contribution that teachers adopt for their classes, they do not seek to touch the students' imagination, which is often not encouraged and explored for the construction of geographic knowledge. In this context, we will discuss the light of the philosopher Bachelard (1991, 1993, 1994, 2006) the imagination, highlighting the poetic imagination, its possibilities and how it can be worked in the classroom, then we will try to propose a dialogue with the author Vygotsky (2009) who has a relatively similar idea to Bachelard's on this topic, but makes connections with learning. To analyze this assumption, an experiment was carried out in the project of initiation to teaching at the Instituto Federal da Bahia, in the year 2017, during the month of May, and with that we analyzed that poetic imagination can bequite beneficial for Geography classes, if adopted. as a methodological element to compose Geography classes.

    • português

      O presente artigo pretende discutir as possibilidades do uso da imaginação criadora, ou poética, como metodologia do ensino de Geografia, pois após observações feitas em aulas de Geografia para alunos do ensino médio de Salvador, notamos que o aporte teórico-metodológico que os professores adotam para suas aulas não buscam tocar no que se refere a imaginação dos alunos, muitas vezes ela não é incentivada e explorada para a construção dos saberes geográficos. Neste contexto, vamos discutir a luz do filósofo Bachelard (1991,1993,1994,2006) a imaginação, em destaque a imaginação poética, suas possibilidades e como ela pode ser trabalhada em sala de aula, depois vamos tentar propor um diálogo com o autor Vygotsky (2009) que tem uma ideia relativamente parecida com a de Bachelard sobre esta temática, mas faz conexões com a aprendizagem. Para análise desta pressuposição foi feita uma experiência no projeto de iniciação à docência no Instituto Federal da Bahia e com isso analisamos que a imaginação poética pode ser bastante benéfica para as aulas de geografia, se adotada como um elemento metodológico para compor as aulas de Geografia


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