Este trabajo analiza la naturaleza inconmensurable e inconmensurada de la subalternidad, lo que materializa una posición sin una identidad cuya inteligibilidad es compleja, especialmente, cuando intentamos acceder a las configuraciones de su esquema ontopolítico. La subalternidad construye una oposición binaria al Estado-nación. Es necesario luchar por la producción de nuevos criterios de legibilidad del sujeto educativo y cultural. Tal problema se reduce a una obstrucción en sus reglas de inteligibilidad ontopolíticas y existenciales de una amplia constelación de grupos específicos heterogéneos, amalgamados a través de problemáticas políticas, estructurales, relacionales, contingentes e históricas que determinan sus unidades de legibilidad cultural. El método empleado es revisión documental crítica, organizando un corpus crítico de trabajos sobre estudios interculturales, subalternidad y la poscolonialidad. Cada uno de ellos son claves para promover otro tipo de desempeños epistemológicos al respecto. Entre los principales resultados y conclusiones, se observa que, la subalternidad documenta un problema metodológico más profundo: no sabemos con exactitud en qué consiste la agencia cultural y política de tales grupos. Lo único que no debemos olvidar es que, nosotros, los educadores, estamos al servicio de grupos subalternos, nuestra tarea es aprender de su entorno, convertirnos en un discípulo de su espacio cultural.
This paper analyzes the incommensurable and incommensurable nature of subalternity, which materializes a position without an identity whose intelligibility is complex, especially when we try to access the configurations of its ontopolitical schema. Subalternity constructs a binary opposition to the nation-state. It is necessary to fight for the production of new criteria of legibility of the educational and cultural subject. This problem is reduced to an obstruction in its ontopolitical and existential rules of intelligibility of a wide constellation of specific heterogeneous groups amalgamated through political, structural, relational, contingent and historical issues that determine their units of cultural legibility. The method employed is that of critical documentary review, organizing a critical corpus of review works derived from intercultural studies, subalternity and postcoloniality. Each of them are key to promote other types of epistemological performances in this regard. Among the main findings and conclusions, we note that subalternity documents a deeper methodological problem: we do not know exactly what the cultural and political agency of such groups consists of. The only thing we should not forget is that we, educators, are at the service of subaltern groups, our task is to learn from their environment, to become a disciple of their cultural space.
Este trabalho analisa a natureza incomensurável e imensurada da subalternidade, que materializa uma posição sem uma identidade cuja inteligibilidade é complexa, sobretudo, quando visamos acessar as configurações do seu esquema ontopolítico. A subalternidade constrói uma oposição binária ao Estado-nação É preciso lutar pela produção de novos critérios de legibilidade do sujeito educacional e cultural. Tal problema reduz-se a uma obstrução nas suas regras de inteligibilidade ontopoliticas e existenciais de uma ampla constelação de grupos específicos heterogêneos amalgamados através de problemáticas políticas, estruturais, relacionais, contingentes e históricas que determinam suas unidades de legibilidade cultural. O método usado é o de revisão documental crítica, organizando um corpus crítico de trabalhos de revisão derivados dos estudos interculturais, a subalternidade e a pós-colonialidade. Cada um deles é chave para promover outro tipo de desempenhos epistemológicos ao respeito. Entre os principais resultados e conclusões, observa-se que a subalternidade documenta um problema metodológico mais profundo: não sabemos exatamente em que consiste a agência cultural e política de tais grupos. O único que não devemos esquecer é que, nós, educadores, estamos a serviço de grupos subalternos, nossa tarefa é apreender com seu meio, tornar-nos discípulos do seu espaço cultural.
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