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Patrimonio y paisajes culturales en el territorio andino, los páramos suramericanos y el Altiplano Cundiboyacense de Colombia

    1. [1] Universidad Pedagógica y Tecnológica de Colombia

      Universidad Pedagógica y Tecnológica de Colombia

      Colombia

  • Localización: Naturaleza y Sociedad. Desafíos Medioambientales, ISSN-e 2805-8631, Nº. 12, 2025 (Ejemplar dedicado a: Tema libre), págs. 108-129
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Patrimônio e paisagens culturais no território andino, nos páramos sul-americanos e no Altiplano Cundiboyacense da Colômbia
    • Heritage and cultural landscapes in the Andean territory, the South American paramos, and the Altiplano Cundiboyacense of Colombia
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este análisis documental examina las diversas formas de entender e interpretar el concepto de paisaje en relación con patrimonio cultural en territorios andinos, como los páramos de Suramérica y el Altiplano Cundiboyacense en Colombia, durante la última década (2010 – 2020). Se identifican diferencias en las dinámicas en los espacios declarados como paisajes culturales, influenciadas por las formas en que se viven, habitan y recorren, así como por las iniciativas que reglamentan su protección y salvaguardia. En los páramos de Suramérica, existe una tensión entre las instituciones ambientales y gubernamentales, y las organizaciones comunitarias que los habitan, debido a las condiciones particulares de estos territorios como reservas ambientales. Estos territorios, que constituyen el 2 % del territorio del planeta, se caracterizan por ser nacientes de agua y requieren de una atención especial. Sin embargo, hasta el momento, no cuentan con la protección suficiente frente a la explotación minera, el turismo como principal actividad económica y la extensión de la frontera agrícola, además de la falta de reconocimiento de las comunidades que los habitan. Actualmente, se busca concertar entre las distintas partes y conciliar una interrelación corresponsable, para garantizar su protección, al integrar las dinámicas ambientales indígenas y campesinas que aún son desconocidas como patrimonio cultural inmaterial de estos entornos. En el altiplano cundiboyacense colombiano, que alberga el 50 % de los páramos, se han implementado diferentes iniciativas para armonizar las normas legislativas gubernamentales con las formas de organización social de las comunidades que allí residen. Estas iniciativas tienen el potencial de fortalecer nuevas economías basadas en la riqueza del territorio, el ecosistema y los saberes de sus habitantes, constituyéndose como alternativas en la lucha contra el cambio climático. Sin embargo, la falta de articulación de las dinámicas socioculturales ha impedido su consolidación.

    • English

      This documentary analysis examines the diverse ways of understanding and interpreting the concept of landscape in relation to cultural heritage in Andean territories, such as South American paramos and the Altiplano Cundiboyacense in Colombia, during the last decade (2010–2020). Differences are identified in the dynamics in the spaces declared as cultural landscapes, influenced by how they are lived, inhabited, and traveled through, as well as by the initiatives that regulate their protection and safeguarding. In the paramos of South America, there is tension between environmental and governmental institutions and the community organizations that inhabit them, due to the specific conditions of these territories as environmental reserves. These territories, making up 2% of the planet’s territory, are characterized by their water sources and require special attention. However, to date, they have not been sufficiently protected against mining exploitation, tourism as the main economic activity, and the extension of the agricultural frontier, in addition to the lack of recognition of the communities inhabiting them. Currently, the aim is to reach an agreement among the different parties and reconcile a co-responsible interrelationship to guarantee their protection by integrating Indigenous and peasant environmental dynamics that are still unknown as intangible cultural heritage of these environments. In the Colombian Altiplano Cundiboyacense, home to 50% of the paramos, various initiatives have been implemented to harmonize government legislation with the forms of social organization of the communities living there. These initiatives have the potential to strengthen new economies based on the richness of the territory, the ecosystem, and the knowledge of its inhabitants, constituting alternatives in the fight against climate change. However, the lack of articulation of socio-cultural dynamics has prevented their consolidation.

    • português

      Nesta análise documental, examinam-se as diferentes formas de entender e interpretar o conceito de paisagem em relação ao patrimônio cultural em territórios andinos — como os páramos sul-americanos e o Altiplano Cundiboyacense da Colômbia — no período de 2010 a 2020. Identificam-se diferenças na dinâmica dos espaços declarados como paisagens culturais, influenciadas pelas formas como são vividos, habitados e percorridos, bem como pelas iniciativas que regulam sua proteção e salvaguarda. Nos páramos da América do Sul, observa-se uma tensão entre as instituições ambientais e governamentais e as organizações comunitárias que os habitam, devido às condições particulares desses territórios como reservas ambientais. Esses territórios, que representam 2% da superfície terrestre, caracterizam-se por suas fontes de água e requerem atenção especial. No entanto, até o momento, não têm recebido proteção suficiente ante a exploração mineral, o turismo como principal atividade econômica e a expansão da fronteira agrícola, além da ausência de reconhecimento das comunidades que os habitam. Atualmente, busca-se estabelecer acordos entre as diferentes partes e promover uma inter-relação corresponsável, para garantir sua proteção, integrando as dinâmicas ambientais indígenas e camponesas, ainda não reconhecidas como patrimônio cultural imaterial desses territórios. No Altiplano Cundiboyacense colombiano, que abriga 50% dos páramos, implementaram-se diferentes iniciativas para harmonizar as normas legislativas governamentais com as formas de organização social das comunidades locais. Essas iniciativas têm potencial para fortalecer novas economias baseadas na riqueza territorial, no ecossistema e nos saberes tradicionais de seus habitantes, configurando-se como alternativas na luta contra as mudanças climáticas. No entanto, a falta de articulação das dinâmicas socioculturais tem impedido sua consolidação.


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