Várias questões são postas em debate no ambiente escolar, nos diferentes componentes curriculares e nos diversos segmentos educacionais. Os princípios freirianos de Pedagogia da Autonomia nos convocam a realizar um processo de reflexão sobre o próprio fazer docente, uma vez que nos mostram que ensinar exige pensar criticamente sobre a própria prática e que ensinar exige a convicção de que a mudança é possível, além de termos a consciência do inacabamento que é inerente ao ser humano. Nas relações em sala de aula, esse inacabamento é plural, já que “só somos porque estamos sendo” (Freire, 2002, p. 16).
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