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As competências socioemocionais e o ensino de filosofia: : Possibilidades e perspectivas

    1. [1] Universidade Federal de Santa Maria

      Universidade Federal de Santa Maria

      Brasil

  • Localización: Problemata: Revista Internacional de Filosofía, ISSN-e 2236-8612, Vol. 15, Nº. 1, 2024, págs. 263-272
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Socio-emotional competencies and philosophy teaching: : Possibilities and perspectives
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      In this article, I try to situate socio-emotional competences, as they are mentioned in the National Common Curriculum Base (BNCC), in the midst of the two antagonistic perspectives that discuss them in the contemporary debate: the critical perspective coming from dialectical historical materialism and the conception in favor of such competences whose origins go back to the New School. I set out this contrast in order to understand whether socio-emotional competences are merely a mechanism for coercion and consensus in the face of transformations in the world of work, as the critical conception indicates, or whether they can enable a gain in language with regard to the affective dimension, which is so unheard of in the usual education system. Philosophy, in turn, was still understood in ancient times as a thought capable of changing the way of being and acting of the individual who comes into contact with it. It is therefore worth questioning the ways in which this discipline can relate to socio-emotional competences from a critical perspective, aligned with the aim of contributing to the formation of subjects who are attitudinally capable of going beyond self-interest in favor of defending and caring for a shared world.

    • português

      Neste artigo busco situar as competências socioemocionais, tais como estas são mencionadas na Base Nacional Comum Curricular (BNCC), em meio à duas perspectivas antagônicas que as tematizam no debate contemporâneo: a perspectiva crítica proveniente do materialismo histórico dialético e a concepção favorável à tais competências  cujas origens remontam à Escola Nova. Estabeleço este contraste com o intuito de compreender se as competências socioemocionais são unicamente um mecanismo de coerção e consenso frente às transformações no mundo do trabalho, como indica a concepção crítica, ou se estas podem possibilitar não apenas um ganho de linguagem no que diz respeito à dimensão dos afetos, mas também o desenvolvimento de disposições afetivas pró-sociais, tão necessárias à defesa e ao cuidado de um mundo compartilhado.. A filosofia, por sua vez, foi compreendida ainda na antiguidade como um pensamento capaz de alterar o modo de ser e de agir do indivíduo que com ele faz contato. Cabe problematizar, portanto, os modos pelos quais esta disciplina pode se relacionar com as competências socioemocionais desde uma perspectiva crítica, alinhada ao propósito de contribuir para a formação de sujeitos atitudinalmente capazes de ir além do interesse próprio em prol da preservação e sustentação do bem comum. 


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