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The quick rise of ChatGPT3 in early 2023 has raised many questions about the future and the presente, mostly in areas such as education and literature. The tool that has quickly reached the mark of 100 million active users around the world creates many emergences, for example: educators' concerns about student autonomy, the never-ending debate about originality in art and many communication problems. Everything seems to point to the need for an immediate position regarding the website and app. This article establishes a dialogue with points of view that emerged in the heat of the moment, weaving writers considerations from three centuries ago to present, as Anton Chekhov, Pablo Neruda and Gonçalo M. Tavares. In order to propose a reflection on the art of asking questions, poetry and solitude, it is given a voice to ChatGPT itself.
A ascensão meteórica do ChatGPT3 no início de 2023 suscitou muitas questões sobre o futuro e o presente, e áreas especialmente atravessadas pela aplicação da ferramenta, como a educação e a literatura, não passaram ao largo no debate. Desde a preocupação por parte de educadores com a autonomia dos alunos até a inesgotável querela sobre originalidade na arte, passando por ruídos de comunicação dos mais diferentes tipos, tudo parece apontar para a exigência de uma tomada de posição imediata acerca da ferramenta que mais rapidamente atingiu a marca de 100 milhões de usuários ativos ao redor do globo. Este artigo estabelece um diálogo com pontos de vista surgidos no calor da hora, costurando considerações de escritores de três séculos, Anton Tchekhov, Pablo Neruda e Gonçalo M. Tavares, além de dar voz ao próprio ChatGPT, a fim de propor uma reflexão acerca da arte de perguntar, da poesia e da solidão.
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