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Preconceito linguístico em sala de aula: reflexões sobre a percepção dos alunos e impactos da abordagem pedagógica

  • Autores: Dângila Nielly Lima Santana, Dayane Pereira Barroso de Carvalho
  • Localización: Tabuleiro de Letras, ISSN-e 2176-5782, Vol. 18, Nº. 2, 2024, págs. 382-400
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Linguistic prejudice in the classroom: reflections on students’ perception and the impact of the pedagogical approach
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      The main objective of this study was to understand the key factors contributing to the continuity/persistence of linguistic prejudice in Portuguese language classes at a public school in the municipality of Imperatriz/MA. To better support our investigation, we drew on the sociolinguistic studies of Bagno (2007), Bortoni-Ricardo (2005), and Possenti (1996), as well as literacy studies by Soares (2017). Our methodological approach is predominantly qualitative, as recommended by Gil (2002) and Goldenberg (2013). We conducted field observations with ethnographic nuances and administered questionnaires to students. We concluded data collection through discussion groups. Ethical aspects of research involving human subjects were adhered to, following Resolution No. 466/12 of the National Health Council, Ministry of Health, as well as other complementary resolutions. The main findings show that linguistic prejudice persists due to a lack of understanding of linguistic variation and the use of technicist pedagogical practices. There is also strong family influence rejecting more reflective approaches. Moreover, the punitive stance of the teacher legitimizes the reproduction of prejudice by students.

    • português

      O presente estudo teve como objetivo principal compreender os principais fatores que contribuem para a continuidade/persistência do preconceito linguístico nas aulas de Língua Portuguesa em uma escola da Rede Pública do município de Imperatriz/MA. De modo a melhor embasar nossa investigação, recorremos aos estudos sociolinguísticos de Bagno (2007), Bortoni-Ricardo (2005) e Possenti (1996), bem como aos estudos do letramento de Soares (2017). Nossa abordagem metodológica é predominantemente qualitativa, conforme recomendado por Gil (2002) e Goldenberg (2013). Realizamos observações em campo, com nuances etnográficas, bem como aplicamos questionários ao alunos público-alvo. Finalizamos a construção dos nossos dados por meio de rodas de conversas. Garantimos o cumprimento dos aspectos éticos de pesquisas com seres humanos, conforme recomendado o pela Resolução nº 466/12 do Conselho Nacional de Saúde, do Ministério da Saúde, bem como de outras resoluções complementares. Os principais resultados demonstram que o preconceito linguístico persiste devido ao desconhecimento do fenômeno da variação linguística e ao exercício de práticas pedagógicas tecnicistas. Há, também, forte influências familiares que rejeitam abordagens mais reflexivas. Além disso, a postura punitiva do(a) docente legitima a reprodução do preconceito pelos alunos.


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