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A maternidade e o feminino em “Nossa casa”, de Natalia Timerman, e “Que chegue ao Japão”, de Alice Munro*

  • Autores: Rita Gabrielli, Priscila Campolina de Sá Campello
  • Localización: Tabuleiro de Letras, ISSN-e 2176-5782, Vol. 18, Nº. 2, 2024, págs. 173-188
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • Este artigo busca investigar o feminino e a maternidade nos contos Nossa casa, de Natalia Timerman, e Que chegue ao Japão, de Alice Munro. Para tanto, como demanda das próprias obras estudadas, são convocados para o diálogo Wolfgang Iser, Jacques Lacan, Ram Mandil, Fernanda Costa, Gilson Iannini, Virginia Woolf e Noemi Jaffe. A leitura aqui apresentada se orienta pelo que reverbera, pelo que ecoa nos textos estudados, como método cujo rigor está em jamais aplicar à obra literária um enquadramento teórico, mas lê-la de modo a localizar nela, na sua forma, um saber com que outros saberes possam dialogar, e sempre sustentar a leitura a partir da obra literária, nunca fora dela. Como consequência, a forma deste artigo, sua estrutura reflete esse movimento de leitura, até porque, como a literatura nos ensina, a forma como se diz interfere diretamente naquilo que se diz.


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