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“Isto não é Tebas, isto é Brasil”: a travessia da pandemia na poética de Alberto Pucheu

    1. [1] Universidade Federal da Bahia (UFBA)
  • Localización: Tabuleiro de Letras, ISSN-e 2176-5782, Vol. 17, Nº. 2, 2023, págs. 63-73
  • Idioma: portugués
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      This proposal discusses how the repertoire of the covid-19 pandemic is present in "Poema para a catástrofe do nosso tempo", published in 2020 in the book vidas rasteiras by the poet and artist Alberto Pucheu; a poem-book divided into twenty-one parts whose narrative, recently woven under the aegis of the global health crisis, prints the catastrophe that has befallen Brazil. The tragic atmosphere has been going on since 2016, when a female president was removed from office through a "theatrical coup", with repercussions in 2018, when an upside-down Midas, a political party and an authoritarian ideology of extreme brutality took power. In thinking about contemporary Brazil, Pucheu adopts a vision of the rising fall of a country to reflect on current events. Set against the backdrop of a funeral, "Poema para a catástrofe do nosso tempo" leverages images of pain, death and loss that depict the existential drama experienced by brazilians as a result of both the coronavirus and the state's inaction in the face of such health tensions.

    • português

      Esta proposta discute como o repertório da pandemia da Covid-19 está presente no “Poema para a catástrofe do nosso tempo”, publicado, em 2020, no livro vidas rasteiras, do poeta e artista Alberto Pucheu, um poema-livro dividido em vinte e uma partes cuja narrativa, tecida recentemente sob a égide da crise sanitária mundial, estampa a catástrofe que se abateu sobre o Brasil. A atmosfera trágica se sucede desde 2016, quando uma presidenta foi retirada do seu cargo por meio de um “golpe teatral”, repercutindo, em 2018, quando um Midas às avessas, um partido político e uma ideologia autoritária e de extrema brutalidade assumiram o poder. Ao pensar o Brasil contemporâneo, Pucheu adota uma visão da ascendente queda de um país para refletir sobre os acontecimentos atuais. Diante de um contexto fúnebre, “Poema para a catástrofe do nosso tempo” alavanca imagens de dor, de morte e de perdas que figuram o drama existencial vivenciado por brasileiras e brasileiros tanto em decorrência do coronavírus quanto da inoperância do Estado perante tal tensão sanitária.


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