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Decolonialidade da língua - por uma desconstrução do binarismo na Amazônia

  • Autores: Danilo Nascimento dos Anjos, Juliana Lara Melo de Oliveira, João Batista Santiago Ramos
  • Localización: EDUCAmazônia, ISSN-e 1983-3423, Vol. 17, Nº. 1, 2024 (Ejemplar dedicado a: Dossiê Temático e Temas Livres), págs. 317-335
  • Idioma: portugués
  • Texto completo no disponible (Saber más ...)
  • Resumen
    • Diante da necessidade de compreender os fenômenos do binarismo na Amazônia e do que envolve a questão linguística bem como do discurso nas práticas decoloniais para a construção do que se compreende por identidade de gênero, despertou-se o interesse de investigar onde a língua surge como fator de transgressão de imposições coloniais em contexto ameríndio. A pesquisa lança-se na compreensão de como ocorreu e ocorre a subalternização de corpos e teve por objetivo identificar os meios para a resistência através da educação que emancipa via linguagem/discurso. A metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica e fundamenta-se nos referenciais teóricos de Guajajara (2020), Fonseca (2016), Machado (1998), Castro-Gómez e Grosfoguel (2007), Gontijo (2021). Foi possível notar que apesar de haver importância na atualização de documentos base da educação como a BNCC, é preciso unir esforços das áreas dos conhecimentos, onde a figura do professor tem papel fundamental na desconstrução da visão fechada sobre gênero e na constituição da alteridade sobre as diversidades étnicas. Portanto, a união entre educadores não-indígenas, indígenas e sociedade se faz necessária para as resistências nesse sentido, o que culmina a relevância de estudos sobre a diversidade e identidade de gênero nos povos originários.

       Palavras-chave: Gênero. Amazônia. Decolonialidade. Língua. Binarismo.


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