Brasil
La escritura es una consecuencia de procesos mentales complejos transitorios, situados socialmente. Su análisis deriva de contextos culturalmente integrados, en los que, en primera etapa, se considera al sujeto y sus formas particulares de elaborar concepciones. Con el objetivo de demarcar la efímero en las construcciones conceptuales en la alfabetización, el artículo adopta una metodología de investigación teórico-práctica y se presenta en dos secciones. La primera destaca la lectoescritura como práctica del lenguaje, relacionando matices sociales con procesos de representación mental. La segunda ilustra la variabilidad de los procesos de alfabetización al presentar un camino de producciones creadas por un niño. Las consideraciones finales destacan que, a pesar de las múltiples formas en que la colonialidad y sus consecuentes formas de generalización y control del aprendizaje humano están presentes en la alfabetización, es posible construir formas contextualizadas coherentes con el necesario diálogo intercultural inherente a la noción de la alfabetización como proceso.
Writing is a consequence of transitory complex mental processes, situated socially. Its analysis depends on culturally integrated contexts, in which, in the first instance, the subject and his particular ways of elaborating concepts are considered. With the aim of demarcating the transience in conceptual constructions in literacy, the article adopts a theoretical-practical research methodology and is presented from two sections. The first highlights literacy as a language practice, relating social aspects to mental representation processes. The second illustrates the variability of literacy processes by presenting a path of productions made by a child. The final remarks highlight that, despite the many ways in which coloniality and its consequent forms of generalization and control of human learning are present in literacy, it is possible to build contextualized modes consistent with the intercultural dialogue inherent in the notion of literacy as a process.
A escrita é consequência de processos mentais complexos transitórios, situados socialmente. Sua análise é dependente de contextos culturalmente integrados, nos quais se considera, em primeira instância, o sujeito e seus modos particulares de elaboração de conceitos. Com o objetivo de demarcar a transitoriedade nas construções conceituais na alfabetização, o artigo adota uma metodologia de pesquisa teórico-prática e se apresenta a partir de duas seções. A primeira destaca a alfabetização como prática de linguagem, relacionando os aspectos sociais aos processos de representação mental. A segunda ilustra a variabilidade dos processos de alfabetização ao apresentar um percurso de produções elaboradas por uma criança. As considerações finais destacam que, a despeito das muitas formas em que a colonialidade e suas consequentes formas de generalização e controle da aprendizagem humana se fazem presentes na alfabetização, é possível a construção de modos contextualizados coerentes com o diálogo intercultural inerente à noção de alfabetização como processo.
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