Brasil
Este artículo presenta el relato de actividades terapéuticas de logopedia que destacan la importancia de las prácticas discursivas, dialógicas, pautadas en referencial histórico-cultural, para el trabajo con el lenguaje oral y escrito. El objetivo de los relatos realizados es mostrar que las estrategias organizadas, guiadas en opciones subjetivas de géneros discursivos diferentes, pueden promover la emergencia del sujeto de lenguaje que inicia el proceso terapéutico de logopedia como sujeto patológico. Presentaremos los relatos de cuatro niños, en la vida de dos proyectos diferentes (colección de libros "Yo, autor" y "Panel Interactivo"), en que los tiempos y relaciones de cada niño/niña con el otro, consigo y su lenguaje, los diferentes interlocutores discursivos, son subjetivos, pero todos se transforman. Nos acompañan en esta jornada, Bakhtin y Vigotski, en particular, entre otros autores consagrados. Aunque no utilizamos protocolos formales, las prácticas presentadas pueden replicarse y muestran buenos resultados.
This article presents a report on speech therapy therapeutic activities that highlight the importance of discursive, dialogic practices, based on a historical-cultural framework, for working with oral and written language. The purpose of the reports made is to show that organized strategies, based on subjective choices of different discursive genres, can promote the emergence language subject who initiates the speech therapy therapeutic process as a pathological subject. We present the reports of four children, in the experience of two different projects (book collection “I, author” and “Interactive Panel”), in which the times and relationships of each child with others, with himself and his language, the different interlocutors discursive, are subjective, but all are transformed. We are accompanied on this journey by Bakhtin and Vygotsky, in particular, among other renowned authors. Although we do not use formal protocols, the practices presented can be replicated and show good results.
Este artigo apresenta o relato de atividades terapêuticas fonoaudiológicas que destacam a importância das práticas discursivas, dialógicas, pautadas em referencial histórico-cultural, para o trabalho com a linguagem oral e escrita. O objetivo dos relatos feitos é mostrar que estratégias organizadas, pautadas em escolhas subjetivas de gêneros discursivos diferentes, podem promover a emergência do sujeito de linguagem que inicia o processo terapêutico fonoaudiológico como sujeito patológico. Apresentamos os relatos de quatro crianças, na vivência de dois projetos diferentes (coleção de livros “Eu, autor” e “Painel Interativo”), em que os tempos e relações de cada criança com o outro, consigo e sua linguagem, os diferentes interlocutores discursivos, são subjetivos, mas todos se transformam. Acompanham-nos nessa jornada Bakhtin e Vigotski, em especial, entre outros autores consagrados. Embora sem utilizarmos protocolos formais, as práticas apresentadas podem ser replicadas e evidenciam bons resultados.
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