O presente texto analisa o relatório “Reimaginar nossos futuros juntos: um novo contrato social para a educação” da UNESCO (2002). Tem como objetivo identificar as perspectivas decoloniais presentes neste relatório, considerando os fundamentos filosóficos e políticos, para a formação docente. Trata-se de uma pesquisa qualitativa, de análise documental, e apresenta uma discussão em torno de uma necessária mudança na formação de professores, para o novo contrato social para a educação, priorizando aspectos como pluralidade cultural, o acesso aos meios digitais e a uma diversidade de atores e espaços formativos. A pesquisa aponta que a docência precisa ser pensada a partir da pluralidade de futuros imaginados coletivamente; das diferentes culturas e saberes existentes nos diferentes contextos e das múltiplas epistemologias que a podem fundamentar filosófica e politicamente.
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