Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


Política nacional de alfabetização: disputas pelo controle da formação para padronizar a docência

    1. [1] Universidade do Estado do Rio de Janeiro
  • Localización: Revista Exitus, ISSN 2236-2983, ISSN-e 2237-9460, Nº. 14, 2024
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Política nacional de alfabetización: disputas sobre el control de la formación para normalizar la enseñanza
    • National literacy policy: disputes over the control of training to standardize teaching
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Guiado por las perspectivas postestructurales sobre el currículo (Lopes, 2016; 2018a; 2018b; Macedo, 2011, 2012) y la Teoría Política del Discurso (Laclau, 2000), el artículo pretende problematizar la hegemonía de un discurso que significa las propuestas curriculares de formación docente como garantía de la producción curricular docente en alfabetización. Se centra en la Política Nacional de Alfabetización - PNA (Brasil, 2019b; 2019c), compartiendo una interpretación de las condiciones de posibilidad para la sedimentación de un discurso (Laclau, 2000), que atribuye la totalidad de los problemas de aprendizaje de la lectoescritura expresados en los resultados de las evaluaciones nacionales a la falta de conocimiento docente - en el caso de la PNA, la evidencia científica producida por la ciencia cognitiva de la lectura. Problematiza una formación discursiva que pone en relación transparente la producción curricular de los docentes, reducida a la enseñanza, y los resultados de las evaluaciones de alfabetización tomados como expresión del aprendizaje. El objetivo es problematizar los significados abordados por esta formación discursiva: a la formación docente, vista como un lugar para llenar este vacío; al docente, visto como el principal agente de la política curricular de alfabetización para lograr las demandas de aprendizaje, progreso en la escuela y permanencia en la escuela; a la producción del currículo de alfabetización por parte de los docentes, reducida a un lugar de enseñanza de conocimientos para lograr que las personas aprendan a leer y escribir. El artículo aporta algunas problematizaciones, compartiendo otras posibilidades de significar la producción curricular docente que son expulsadas de esta formación discursiva.

       

    • English

      Guided by post-structural perspectives on curriculum (Lopes, 2016; 2018a; 2018b; Macedo, 2011, 2012) and the Political Theory of Discourse (Laclau, 2000), the article intends to problematize the hegemony of a discourse that signifies the curricular proposals for teacher training as a guarantee of teacher curricular production in literacy. It focuses on the National Literacy Policy - PNA (Brasil, 2019b; 2019c), sharing an interpretation of the conditions of possibility for the sedimentation of a discourse (Laclau, 2000), which attributes to the lack of teacher knowledge - in the case of the PNA, the scientific evidence produced by the cognitive science of reading - the totality of literacy learning problems expressed in the results of national assessments. It problematizes a discursive formation that places teachers' curricular production in a transparent relationship, reduced to teaching, and literacy assessment results taken as an expression of learning. It aim is to problematize the meanings addressed by this discursive formation: to teacher training, seen as a place to fill this gap; to the teacher, seen as the main agent of the literacy curriculum policy in order to meet the demands for learning, for progress in school and for staying in school; to teacher curriculum production in literacy, reduced to a place for teaching knowledge in order to make children learn to read and write. The article raises some questions, sharing other possibilities of signifying teacher curricular production that are expelled from this discursive formation.

    • português

      Orientado por perspectivas pós-estruturais de currículo (Lopes, 2016; 2018a; 2018b; Macedo, 2011; 2012) e pela Teoria Política do Discurso (Laclau, 2000), o artigo tenciona problematizar a hegemonia de um discurso que significa as propostas curriculares de formação de professores como garantia da produção curricular docente em alfabetização. Tem como foco a Política Nacional de Alfabetização – PNA (Brasil, 2019b; 2019c), compartilhando uma interpretação das condições de possibilidade de sedimentação de um discurso (Laclau, 2000) que atribui à falta do conhecimento do professor – no caso da PNA, das evidências científicas produzidas pela ciência cognitiva da leitura – a totalidade dos problemas de aprendizagem em alfabetização expressos nos resultados das avaliações nacionais. Problematiza uma formação discursiva que coloca em relações transparentes a produção curricular docente, reduzida ao ensino, e os resultados de avaliação em alfabetização tomados como expressão de aprendizagem. O que se pretende é problematizar os sentidos endereçados por essa formação discursiva: à formação de professores, entendida como lugar de preenchimento dessa falta; ao professor, significado como principal agente da política curricular de alfabetização para alcance das demandas pela aprendizagem, pelo avanço da trajetória escolar e pela permanência na escola; à produção curricular docente em alfabetização, reduzida a lugar de ensino de um conhecimento para fazer aprender a ler e a escrever. O artigo traz algumas problematizações, compartilhando outras possibilidades de significar a produção curricular docente que são expulsas dessa formação discursiva.

       


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno