Este artículo problematiza las políticas educativo-curriculares, teniendo la Educación Ambiental como eje estructurante del diálogo y la Base Curricular Común Nacional (BNCC) como documento que guió el análisis. De lo indagado en la investigación, a partir del Estado de la Cuestión (Nóbrega-Therrien; Therrien, 2004), se destaca: la trayectoria de la Educación Ambiental en la política internacional y nacional; la falta de competencias en el BNCC, que problematizan la Educación Ambiental; y el poder de los grupos económicamente favorecidos que, en ocasiones, influyen y definen los contornos que toman las políticas. Finalmente, se aclara la necesidad de políticas que garanticen, en el espacio escolar, visibilización de diferentes realidades socioespaciales, especialmente basadas en la cultura del lugar ya sean de Pueblos y Comunidades Tradicionales o no.
This article discusses educational-curricular policies, with Environmental Education as the structuring axis of the dialogue and the National Common Curricular Base (BNCC) as the document that guided the analysis. Based on the research carried out in the study, based on the State of the Question (Nóbrega-Therrien; Therrien, 2004), the following stand out: the trajectory of Environmental Education in international and national politics; the lack of skills in the BNCC that problematize Environmental Education; and the power of economically favored groups that sometimes influence and define the contours that policies assume. Finally, the need for policies to ensure visibility in the school environment for different socio-spatial realities is elucidated, especially based on the culture of the place whether from Traditional Peoples and Communities or not.
Este artigo problematiza as políticas educacionais-curriculares, tendo a Educação Ambiental como eixo estruturante do diálogo e a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) como documento que suleou a análise. A partir da investigação realizada na pesquisa, fundamentada no Estado da Questão (Nóbrega-Therrien; Therrien, 2004), destaca-se: a trajetória da Educação Ambiental na política internacional e nacional; a ausência de habilidades, na BNCC, que problematizam a Educação Ambiental; e o poder de grupos economicamente favorecidos que, por vezes, influenciam e definem os contornos que as políticas assumem. Por fim, elucida-se a necessidade de as políticas garantirem, no espaço escolar, visibilidade para diferentes realidades socioespaciais, especialmente a partir da cultura do lugar, seja ela de Povos e Comunidades Tradicionais ou não.
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