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Bernardino, Maria Gabriela
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Brasil
In this essay, we contextualize the making of the map of Mato Grosso by emphasizing how the cartographical imagination engaged with national imagines. Initially undertaken in the context of the Old Republic, the map was imagined as a material and concrete instrument of the motto “order and progress”. During the authoritarian Estado Novo (1937-1945), the map was part of the expansion of frontiers embodied by the “March to the West”. Finally, in the 1950s, at the end of Vargas´ democratic rule, the map represented the culmination of a nationalist project of the nation.
Neste ensaio, visamos contextualizar a feitura do mapa de Mato Grosso destacando como a imaginação cartográfica dialogou com os ideários da nação. Iniciado sob os auspícios da Comissão Rondon na República Velha, o mapa foi imaginado como um instrumento concreto e simbólico do mote “ordem e progresso”. Durante o autoritário Estado Novo (1937-1945), o mapa fez parte do ideário expansionista da “Marcha para o Oeste”. Finalmente, nos anos 1950, nos estertores do governo democrático de Vargas, o mapa representou a culminação de um projeto nacionalista de uma nação.
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