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La educación es una mujer negra: escrevivencia como herramienta epistemológica

    1. [1] Universidade Federal Fluminense

      Universidade Federal Fluminense

      Brasil

    2. [2] Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Universidade Federal do Rio de Janeiro

      Brasil

    3. [3] Universidade Estadual de Río de Janeiro
  • Localización: Praxis Educativa, ISSN-e 2313-934X, ISSN 0328-9702, Vol. 29, Nº. 1, 2025
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • A educação é uma mulher negra: escrevivência como ferramenta epistemológica
    • Education is a black woman: escrevivência as an epistemological tool
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo es escrito por profesores/investigadores/extensionistas negras/os que, tomadas/os de la literatura de Conceição Evaristo, presentan los conceptos de identidad, lenguaje y memoria, sentidos performados por la herramienta epistemológica/metodológica de la escrevivencia. En las voces negras de todas/os las/os profesoras/es, el principio de escrevivencia funda y reinventa las prácticas educativas. En esta construcción, la figura seminal de la educación es la madre negra, tal como Lélia Gonzalez la concibe y como Conceição Evaristo la presenta como principio de escrevivência.

    • English

      This paper is written by black extensionist research professors who, taken from the literature of Conceição Evaristo, present the concepts of identity, language and memory, meanings performed by the epistemic/methodological tool of Escrevivência. In the black voices of all teachers, the principle of Escrevivência founds and reinvents practices in education. In this construction, the seminal figure of education is the black mother, as Lélia Gonzalez conceives her and as Conceição Evaristo presents as the principle of Escrevivência.

    • português

      Este artigo se faz pelas mãos de professoras/es pesquisadoras/es extensionistas negras/os que, tomadas/os pela literatura de Conceição Evaristo, apresentam os conceitos de identidade, linguagem e memória, sentidos performados pela ferramenta epistemo/metodológica da Escrevivência. Nas vozes negras de todas/os professoras/es, o princípio da Escrevivência funda e reinventa práticas em educação. Nessa construção, a figura seminal da educação é a mãe preta, tal como Lélia Gonzalez a concebe e como Conceição Evaristo apresenta como princípio da Escrevivência.


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