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O Controle Social na Era do Capitalismo Digital: vigilância privada e pública, e seus custos ambientais

    1. [1] Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

      Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul

      Brasil

    2. [2] Doutorando em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, como bolsista do Programa de Demanda Social da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (DS/CAPES). Mestre em Filosofia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul. E-mail: mauriciocastel@gmail.com, Orcid: https://orcid.org/0000-0002-3137-7412.
  • Localización: Revista Justiça do Direito, ISSN-e 2238-3212, ISSN 1413-7038, Vol. 38, Nº. 3, 2024, págs. 162-181
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Social Control in the Digital Capitalism Era: private and public surveillance, and its environmental costs
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      A vigilância digital exerce cada vez mais influência no controle social e no combate à criminalidade, englobando desde o uso de tecnologias de reconhecimento facial em câmeras de segurança até a extração em massa de dados online. Essa vigilância exige enormes centros de armazenamento de dados (data centers), localizados longe do público. Este artigo explora a estrutura arquitetônica e ideológica que sustenta e legitima essa vigilância e se propõe a responder qual o impacto ambiental dessas tecnologias utilizadas para o controle social? Além disso, aborda o controle social exercido pelo Estado por meio das tecnologias digitais e o uso de dados privados para marketing direcionado. Por fim, é exposta a superestrutura global de armazenamento de dados que sustenta a vigilância estatal e privada e seus impactos ambientais, ocultos sob o mito da desmaterialização das tecnologias digitais e da deliberada ocultação dessas estruturas do público. Para tanto, foi empregada uma metodologia hermenêutico-fenomenológica

    • English

      Digital surveillance is increasingly influential in social control and crime fighting, ranging from the use of facial recognition technologies in security cameras to mass online data mining. This surveillance requires huge data centers, located far from the public. This article explores the architectural and ideological framework that sustains and legitimizes this surveillance and sets out to answer what is the environmental impact of these used for social control? In addition, it addresses the social control exercised by the State through digital technologies and the use of private data for targeted marketing. Finally, the global data storage superstructure that supports state and private surveillance and its environmental impacts are exposed, hidden under the myth of the dematerialization of digital technologies and the deliberate concealment of these structures from the public.

      To this end, a hermeneutic-phenomenological methodology was employed


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