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Análisis de la calidad de vida y apoyo social auto percibido durante la gestación

  • Autores: Cristian Martín Vázquez
  • Directores de la Tesis: Cristina Liébana Presa (dir. tes.), José David Urchaga Litago (dir. tes.)
  • Lectura: En la Universidad de León ( España ) en 2024
  • Idioma: español
  • Número de páginas: 229
  • Títulos paralelos:
    • Analysis of quality of life and self-perceived social support during pregnancy
  • Tribunal Calificador de la Tesis: Maria de Fátima Silva Vieira Martins (presid.), Elena Andina Díaz (secret.), Francisco Martín Rodríguez (voc.)
  • Programa de doctorado: Programa de Doctorado en Salud y Motricidad Humana por la Universidad de A Coruña; la Universidad de Extremadura y la Universidad de León
  • Enlaces
    • Tesis en acceso abierto en: BULERIA
  • Resumen
    • español

      La calidad de vida se define como un estado de bienestar físico, mental y social que va más allá de la mera ausencia de enfermedad, integrando aspectos como la salud mental, el bienestar emocional y las relaciones sociales. El apoyo social, por otro lado, se refiere a los recursos disponibles en la red interpersonal, percibidos como accesibles y útiles, y que pueden incluir apoyo emocional, instrumental y afectivo. Tanto la calidad de vida como el apoyo social son factores esenciales que influyen en la salud general durante el embarazo debido a los múltiples cambios fisiológicos y emocionales que experimentan las mujeres.

      La justificación del estudio destaca la relevancia de la salud materna y el impacto del apoyo social en la mejora del bienestar de las mujeres embarazadas.

      La investigación responde a una necesidad de obtener información relevante y desconocida sobre la calidad de vida y el apoyo social durante la gestación.

      El objetivo general de la presente investigación fue analizar la calidad de vida y el apoyo social auto percibido durante la gestación y analizar su relación con otros factores sociodemográficos y obstétrico-ginecológicos. Se llevaron a cabo tres estudios específicos. En el estudio I se realizó un análisis transversal de la calidad de vida en el 1º trimestre. En el estudio II se realizó un análisis longitudinal de la calidad de vida y el apoyo social auto percibido. Finalmente, en el estudio III se realizó un análisis psicométrico del Cuestionario de Salud Breve Short Form 36. La selección de las participantes se realizó mediante un muestreo no probabilístico y por conveniencia, seleccionando a las participantes entre las mujeres que acudían a los servicios de salud prenatal del Hospital del Bierzo. Finalmente, participaron un total de 359 gestantes. Las variables de interés fueron recogidas de forma on-line mediante el Cuestionario de Salud Breve Short Form 36 y el Medical Outcomes Study Social Support Survey. Todos los estudios contaron con las consideraciones éticas necesarias.

      Los resultados de estos estudios revelaron que las puntuaciones de calidad de vida de las gestantes fueron inferiores a la media poblacional. Se encontró que el apoyo social auto percibido tiene una correlación positiva con la calidad de vida. Además, se identificaron diferencias significativas en la calidad de vida según variables como la paridad, el nivel educativo o el estado civil. En cuanto al riesgo de depresión siempre se mantuvo superior al 20%, siendo el momento de mayor vulnerabilidad el 1º trimestre. Por otro lado, los análisis confirmaron la estructura factorial del cuestionario y su fiabilidad, con coeficientes alfa de Cronbach superiores a 0,80 en todas las subescalas. Este análisis desarrolló el SF- 34 PREG, una versión adaptada del SF-36, que demostró una alta fiabilidad y una estructura factorial robusta, lo que lo convierte en una herramienta más precisa y relevante para evaluar la calidad de vida relacionada con la salud durante el embarazo.

      Finalmente se puede concluir que la calidad de vida relacionada con la salud durante el embarazo es inferior a la media poblacional, y sufre modificaciones durante el avance de este; además, factores como ser primípara, no tener antecedentes de cesárea ni de abortos previos, ser española, poseer estudios secundarios o universitarios, obtener el embarazo de forma espontánea o el apoyo social se asocian con una mejor calidad de vida en la gestación.

      Además, este estudio desarrolló y validó el 'SF-34 PREG, lo que lo convierte en una herramienta más precisa y relevante para evaluar la calidad de vida relacionada con la salud durante el embarazo. El SF-34 PREG ofrece una mayor relevancia y precisión para esta población específica.

    • português

      A qualidade de vida é definida como um estado de bem-estar físico, mental e social que vai além da mera ausência de doença, integrando aspectos como a saúde mental, o bem-estar emocional e as relações sociais. O apoio social, por outro lado, refere-se aos recursos disponíveis na rede interpessoal, percebidos como acessíveis e úteis, e que podem incluir apoio emocional, instrumental e afetivo. Tanto a qualidade de vida como o apoio social são fatores essenciais que influenciam a saúde geral durante a gravidez devido às múltiplas mudanças fisiológicas e emocionais que as mulheres experimentam.

      A justificação do estudo destaca a relevância da saúde materna e o impacto do apoio social na melhoria do bem-estar das mulheres grávidas. A pesquisa responde a uma necessidade de obter informações relevantes e desconhecidas sobre a qualidade de vida e o apoio social durante a gestação.

      O objetivo geral da presente pesquisa foi analisar a qualidade de vida e o apoio social autopercibido durante a gestação e analisar sua relação com outros fatores sociodemográficos e obstétrico-ginecológicos. Foram realizados três estudos específicos. No estudo I, foi feita uma análise transversal da qualidade de vida no 1º trimestre. No estudo II, foi feita uma análise longitudinal da qualidade de vida e do apoio social auto-percibido. Finalmente, no estudo III, foi feita uma análise psicométrica do Questionário de Saúde Breve Short Form 36. A seleção das participantes foi feita por meio de uma amostragem não probabilística e por conveniência, selecionando as participantes entre as mulheres que frequentavam os serviços de saúde pré-natal do Hospital do Bierzo. No total, foram entrevistadas 359 gestantes. As variáveis de interesse foram recolhidas online por meio do Questionário de Saúde Breve Short Form 36 e do Medical Outcomes Study-Social Support Survey. Todos os estudos contaram com as considerações éticas necessárias.

      Os resultados destes estudos revelaram que as pontuações de qualidade de vida das grávidas foram inferiores à média populacional. Constatou-se que o apoio social auto-percibido tem uma correlação positiva com a qualidade de vida.

      Além disso, foram identificadas diferenças significativas na qualidade de vida segundo variáveis como a paridade, o nível educativo ou o estado civil. Quanto ao risco de depressão, este manteve-se sempre superior a 20%, sendo o momento de maior vulnerabilidade o 1º trimestre. Por outro lado, as análises confirmaram a estrutura fatorial do questionário e sua fiabilidade, com coeficientes alfa de Cronbach superiores a 0,80 em todas as subescalas. Esta análise desenvolveu o SF-34 PREG, uma versão adaptada do SF-36, que demonstrou alta confiabilidade e uma estrutura fatorial robusta, tornando-se uma ferramenta mais precisa e relevante para avaliar a qualidade de vida relacionada à saúde durante a gravidez.

      Finalmente, pode-se concluir que a qualidade de vida relacionada com a saúde durante a gravidez é inferior à média populacional e sofre modificações ao longo desta; além disso, fatores como ser primípara, não ter antecedentes de cesariana nem de abortos prévios, ser espanhola, ter estudos secundários ou universitários, conseguir a gravidez de forma espontânea ou ter apoio social estão associados a uma melhor qualidade de vida durante a gravidez. Além disso, este estudo desenvolveu e validou o SF-34 PREG, tornando-o uma ferramenta mais precisa e relevante para avaliar a qualidade de vida relacionada à saúde durante a gravidez. O SF-34 PREG oferece maior relevância e precisão para essa população específica.

    • English

      Quality of life is defined as a state of physical, mental, and social well-being that goes beyond the mere absence of disease, integrating aspects such as mental health, emotional well-being, and social relationships. Social support, on the other hand, refers to the resources available in the interpersonal network, perceived as accessible and useful, and can include emotional, instrumental, and affective support. Both quality of life and social support are essential factors influencing overall health during pregnancy due to the multiple physiological and emotional changes women experience.

      The study's justification highlights the relevance of maternal health and the impact of social support on improving the well-being of pregnant women. The research addresses a need to obtain relevant and unknown information about quality of life and social support during pregnancy.

      The general objective of the present research was to analyze self-perceived quality of life and social support during pregnancy and to examine their relationship with other sociodemographic and obstetric-gynecological factors.

      Three specific studies were conducted. In Study I, a cross-sectional analysis of quality of life in the first trimester was carried out. In Study II, a longitudinal analysis of self-perceived quality of life and social support was conducted.

      Finally, in Study III, a psychometric analysis of the Short Form 36 Health Survey was performed. Participants were selected through non-probabilistic and convenience sampling, selecting participants among women asending prenatal health services at Hospital del Bierzo. A total of 359 pregnant women were interviewed. The variables of interest were collected online using the Short Form 36 Health Survey and the Medical Outcomes Study-Social Support Survey. All studies were conducted with the necessary ethical considerations.

      The results of these studies revealed that the quality of life scores of pregnant women were below the population average. It was found that selfperceived social support has a positive correlation with quality of life.

      Additionally, significant differences in quality of life were identified according to variables such as parity, educational level, or marital status. Regarding the risk of depression, it always remained above 20%, with the first trimester being the period of greatest vulnerability. On the other hand, analyses confirmed the factorial structure of the questionnaire and its reliability, with Cronbach's alpha coefficients above 0.80 in all subscales. This analysis developed the SF-34 PREG, an adapted version of the SF-36, which demonstrated high reliability and a robust factorial structure, making it a more precise and relevant tool for assessing health-related quality of life during pregnancy.

      In conclusion, it can be stated that health-related quality of life during pregnancy is below the population average and undergoes changes throughout the pregnancy. Additionally, factors such as being a first-time mother, not having a history of cesarean section or previous abortions, being Spanish, having secondary or university education, achieving pregnancy spontaneously, or having social support are associated with a beser quality of life during pregnancy. Furthermore, this study developed and validated the SF-34 PREG, making it a more precise and relevant tool for assessing health-related quality of life during pregnancy. The SF-34 PREG offers greater relevance and accuracy for this specific population.


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