Constatar que a Idade Média está em todo o lado é um exercício que se torna fulcral se nos queremos (re)conhecer enquanto Europa. As nossas raízes culturais fortaleceram-se durante a época medieva em estudo e aprofundamento da nossa origem greco-latina e em posterior desenvolvimento autóctone de línguas - ditas romance - e traços culturais que se tornaram únicos a cada povo, território, nação. Negar este contributo para aquilo que somos hoje enquanto europeus seria o mesmo que decepar parte da nossa árvore genealógica, num esforço vão por cortar não um ramo mas uma raiz sem a qual a árvore, decerto, morreria.
"Gothic Everything": Rethinking Civic Medievalism
págs. 9-18
págs. 21-35
págs. 37-47
págs. 49-63
págs. 67-76
págs. 77-87
A paisagem sonora sacra de Evora na Idade Média: leituras a partir dos escritos de Manuel Fialho e Francisco da Fonseca
págs. 89-98
Imaginários sacros e poética musical: o canto litúrgico medieval, S. Francisco de Assis e O. Messiaen
págs. 99-109
Da honra e do amor: uma relação histórico-literária possível
págs. 113-126
págs. 127-133
"De Galvão a Gwalchmai traduzir para ler": apresentação do projeto de doutoramento Ler Gawain de Novo
págs. 135-140
Segundo lh'eu contar: estudo dos verbos das cantigas satíricas do Cancioneiro da Biblioteca Nacional em perspectiva lexicográfica
págs. 141-153
págs. 155-168
págs. 169-181
págs. 183-193
© 2001-2026 Fundación Dialnet · Todos los derechos reservados