Nesta monografi a, fruto de tese de Livre-Docência na Universidade de São Paulo, o autor investiga os avanços médicos nas neurociências para, a partir deles, retomar questões clássicas porém jamais solucionadas da fi losofi a e da dogmática penais: o determinismo, a liberdade de querer e suas implicações na culpabilidade. Tema que se projeta ao futuro, porque a tecnologia médica segue suscitando novas perguntas ao Direito Penal e à Criminologia.
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