O livro discorre sobre processos e modelos de Organização da Informação como constructos sócio-históricos. A abordagem histórica e conceitual-terminológica adotada fornece condições para que compreendamos objetos em profundidade, atribuindo-lhes o sentido que nos instrumentaliza para a pesquisa, a docência e a prática profissional.
Os 3 capítulos são antecedidos por texto que os contextualiza e precedidos por um conjunto de questões e reflexões. Quanto aos capítulos:
O processo de descrição foi trabalhado a partir do papel central que exerce no registro da base de dados no que tange à mensagem documentária que se busca elaborar.
Tomando o registro da base de dados como um todo, a função da entrada principal foi explorada em sua importância e atualidade como recurso de comunicação com o público sobre a obra e suas diversas manifestações, fazendo jus, assim, às especificidades da produção documental.
Por fim, o processo de ordenação foi estudado quanto à produção de arranjos de documentos, explorando o número de chamada como um modelo, portanto, elaborado em um certo tempo, sob certas condições, por determinadas pessoas com preocupações específicas.
Afinal, desde a origem, nada do que produzimos poderia ser tomado como universal: tudo é orientado a pessoas a partir da previsão de necessidades.
Este livro evidencia que falta conhecer a produção intelectual de nosso campo, para então reconhecer que ela foi longe...
O processo de descrição: funções e aspectos conceituais e normativos
págs. 17-38
A modernidade da entrada principal de Seymour Lubetzky no registro bibliográfico: uma função esquecida no tempo
págs. 39-82
Número de chamada: um modelo para ordenação de documentos
págs. 83-120
págs. 121-132
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