El desarrollo local puede denominarse con fines aclaradores como "neoliberalismo territorial" pues estas teorías han servido como elemento legitimador de las nuevas estrategias de revalorización del capital. Por otro lado, las localidades de Andalucía, Alentejo y Algarve continúan siendo un territorio “perdedor” en la denominada “nueva etapa de acumulación flexible”. Con el capitalismo neoliberal, las regiones objeto de análisis continúan siendo un territorio dependiente y marginado. El desarrollo local ha contribuido, más bien, a la "culpabilización de la víctima", es decir, a responsabilizar a territorios “empobrecidos” de su situación (tal y como hizo las políticas de empleo basadas en la “empleabilidad”). Existe una relación propia y elementos diferenciadores entre el desarrollo local y los territorios de frontera. En la actualidad, el desarrollo local ha sufrido transformaciones significativas que lo han permitido mantenerse, desaparecer o fortalecerse, especialmente en las zonas fronterizas. En este contexto se hace necesario la búsqueda y puesta en práctica de alternativas económicas, de otras economías como la economía social con vocación de transformación que permitan el desarrollo de estos territorios y sus habitantes. Ejemplos de experiencias reales de economía social transformadora en la Eurorregión, andaluces, alentejanos y algarvíos, demuestran que otras prácticas económicas son posibles.
O desenvolvimento local pode ser designado, para efeitos de clarificação, por "neoliberalismo territorial", uma vez que estas teorias têm servido como elemento legitimador das novas estratégias de revalorização do capital. Por outro lado, as localidades da Andaluzia, Alentejo e Algarve continuam a ser um território "perdedor" na chamada "nova etapa da acumulação flexível". Sob o capitalismo neoliberal, as regiões em análise continuam a ser um território dependente e marginalizado. Pelo contrário, o desenvolvimento local contribuiu para a "culpabilização da vítima", ou seja, para a responsabilização dos territórios "empobrecidos" pela sua situação (tal como as políticas de emprego baseadas na "empregabilidade"). Existe uma relação específica e elementos diferenciadores entre o desenvolvimento local e os territórios fronteiriços. Atualmente, o desenvolvimento local sofreu transformações significativas que permitiram a sua manutenção, o seu desaparecimento ou o seu reforço, nomeadamente nas zonas fronteiriças. Neste contexto, é necessário procurar e pôr em prática alternativas económicas, outras economias, como a economia social com vocação transformadora, que permitam o desenvolvimento destes territórios e dos seus habitantes. Exemplos de experiências reais de economia social transformadora na Eurorregião, andaluzes, alentejanos e algarvios, mostram que outras práticas económicas são possíveis.
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Economia social com vocaÇão transformadora: Algumas experiências na Eurorregião
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