Este volume nasce de uma circunstãncia conmemorativa -o centenário da morte de Guerra Junqueiro (1850-1923)-, mas não se esgota nela. Pelo contrário: abdica do panegirico para privilegiar o escrutinio crítico. Os textos aquí reunidos não pretendem ofrecer uma imagem definitiva de Junqueiro; propõem antes um campo de leitura, feito de aproximações diversas, tensões interpretativas e deslocamentos críticos. Convivem aquí leituras de matriz histórico-literária, ensaios de orientação filosófica, abordagens teológicas, reflexões sobre espiritualidade, linguagem simbólica e cultura religiosa. Essa heterogeneidade mostra que Junqueiro continua a escapar a um único lugar de pertença
A Esfinge revisitada: permanência e transfiguração de Guerra Junqueiro
págs. 11-19
págs. 21-63
págs. 65-107
págs. 109-117
Junqueiro e Saramago: Portugal, Deus e o ser humano
págs. 119-146
págs. 147-161
Junqueiro e Bergson: a relação entre a poesia e a filosofia
págs. 163-187
págs. 189-197
págs. 199-276
págs. 277-280
págs. 281-305
págs. 307-310
Paisagens junqueirianas: Com o Douro ao fundo
págs. 311-317
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