Pestes e Epidemias: Estudos Interdisciplinares em Humanidades reúne dezasseis estudos que, sobre distintas épocas, analisam a capacidade de reagir, resistir e superar as diversas enfermidades que acompanham o desenvolvimento das sociedades humanas. Além do contributo para o conhecimento da influência de pestes e epidemias na cultura e na sociedade, os estudos coligidos neste Volume permitem uma reflexão interdisciplinar do entendimento humano acerca das causas e consequências desses surtos. Nos vários domínios das Humanidades, das narrativas às criações mais artísticas, há, de facto, um imenso legado cultural que importa continuar a estudar.
págs. 9-11
págs. 13-26
A vulgarização do léxico da peste após a Peste Negra como testemunhode memória: o caso do Entre-Douro-e-Minho (Portugal)
págs. 27-47
Peste, castigo e misericórdia no Funchal quinhentista: São Tiago Menor, padroeiro e rogador a Deus pelo povo da cidade
págs. 49-60
págs. 61-76
A Portuguese Treatise on the Plague: João Curvo Semedo’s Tratado da Peste
págs. 77-89
págs. 91-105
Santos: porto do café e das epidemias -experiências, cotidiano e imigração
págs. 107-123
“Subsistências”: Carências e açambarcamentos alimentares durante a pneumónica de 1918 sob o olhar de um periódico local
págs. 125-137
págs. 139-153
Um Diário convertido em crónicas e um Jornal em forma de romance: as narrativas de pestilências de Daniel Defoe (1722) e Gonçalo M. Tavares (2020)
págs. 155-170
págs. 171-178
Fenómeno Semiológico das Máscaras em Contexto Pandémico
Sara Inês Rodrigues Gaspar, Eduardo José Marcos Camilo, Rafaela Norogrando
págs. 179-194
As “Bexigas Negras” e os Museus Históricos
Rosa Henriques de Gouveia, Teresa Ferreira, Lina Carvalho, Carlos Robalo Cordeiro
págs. 195-202
págs. 203-217
págs. 219-235
págs. 237-249
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