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Romanische Forschungen, ISSN-e 1864-0737, Vol. 130, Nº. 4, 2018, págs. 570-573
A construção de uma identidade cultural nos países africanos de língua portuguesa surgiu numa época em que, em outras regiões do mundo, o conceito de “nação” parecia haver perdido o poder de mobilização. Contudo, o colonialismo português, a luta pela independência e as guerras civis subsequentes despertaram a necessidade de se criar uma consciência nacional que permitisse encaminhar as novas nações para a liberdade e a paz. Essas novas identidades africanas, longe de serem homogêneas, dialogam de maneira diferente com as literaturas e as culturas portuguesa e (afro)brasileira. Considerando os eventos históricos que abriram um espaço para a construção de identidades múltiplas, neste livro se apresentam diferentes estudos de projetos identitários que tematizam e discutem os diálogos literários e culturais luso-africano, afro-brasileiro e afro-português.
págs. 9-14
págs. 17-43
págs. 45-66
págs. 67-92
págs. 95-107
págs. 109-120
Entre pratos e panos: narrativas transnacionais do Oceano Índico em Neighbours de Lília Momplé e O pano encantado de João Paulo Borges Coelho
págs. 121-138
Sempre em viagem: nações deslizantes como formas do pensamento no romance Nação crioula de José Eduardo Agualusa
págs. 141-172
págs. 173-187
Uma África de africanidade variável: afluências e divergências a respeito do imaginário cultural africano e afro-brasileiro na ficção de Alberto Mussa
págs. 189-206
págs. 209-224
págs. 225-237
A palavra dos “retornados” nas entrelinhas da descolonização: O retorno, de Dulce Maria Cardoso, e Os retornados – Um amor nunca se esquece de Júlio Magalhães
págs. 239-251
(Des)identidades retornadas: da nostalgia à crítica do colonialismo suavezinho dos portugueses
págs. 253-269
págs. 273-294
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