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Geologia, mineralogia e diamantes da intrusão Salvador-1 (Serra do Espinhaço, Bahia)

    1. [1] Universidade do Estado do Rio de Janeiro

      Universidade do Estado do Rio de Janeiro

      Brasil

    2. [2] GEOMIL – Serviços de Mineração. Belo Horizonte. Brasil
  • Localización: Geociencias, ISSN-e 1980-900X, ISSN 0101-9082, Vol. 43, Nº 4, 2024, págs. 573-586
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Geology, mineralogy and diamonds from the Salvador-1 Intrusion (Serra do Espinhaço, Bahia)
    • Geología, mineralogía y diamantes de la intrusión Salvador-1 (Serra do Espinhaço, Bahía)
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      En la región de Serra do Espinhaço (Bahía y Minas Gerais), los diamantes están asociados principalmente a metaconglomerados proterozoicos insertados en las formaciones Tombador (BA), Grão Mogol y Sopa-Brumadinho (MG), del Supergrupo Espinhaço. Aunque la ocurrencia de cuerpos de diamante primario en toda esta región siempre ha sido controvertida, desde la década de 1990 se conoce una intrusión mineralizada en la Chapada Diamantina en Bahía, designada “Salvador-1” en Barra do Mendes, que ha sido explotada en su superficie desde el siglo XIX. La intrusión fue estudiada en detalle, estando compuesta por un talcoesquisto suavemente foliado y muy alterado en la superficie. Granates, diópsido e ilmenita magnésica, minerales indicadores típicos de las kimberlitas, están ausentes o son muy raros en el organismo, posiblemente debido a procesos de alteración y/o metamorfismo de bajo grado. Sin embargo, las cromitas son abundantes, ricas en Mg y Cr (hasta ~65% Cr2O3), comparables con las inclusiones de cromita en los diamantes y características de las intrusiones fértiles. Los diamantes presentes están corroídos y de baja calidad gemológica; La persistencia de la actividad minera en el yacimiento se debe probablemente a la mezcla de sedimentos que agregaron diamantes al depósito provenientes de otra fuente secundaria, probablemente del Conglomerado Tombador, que aflora cerca. La roca que constituye la intrusión puede considerarse una metakimberlita.

    • English

      In the Espinhaço Range (Minas Gerais and Bahia states), diamonds are mainly associated to Proterozoic metaconglomerates placed in Tombador (BA), Grão Mogol and Sopa-Brumadinho (MG) formations, Espinhaço Supergroup. Although the occurrence of primary diamondiferous bodies throughout this region has always been controversial, a diamond-like intrusion into the Chapada Diamantina (means Diamondiferous Tableland) of Bahia, known as "Salvador-1", Barra do Mendes, has been mining on the surface by garimpeiros since the mid-nineties. The intrusion was studied in detail, being composed of a poorly foliated talc-schist and highly altered on the surface. Garnets, diopside and Mg-ilmenite, typical indicator minerals of kimberlites, are absent or very rare in the body, possibly due to the alteration processes and/or low-grade metamorphism. However, Cr- and Mg-rich chromites (up to ~65% Cr2O3) are abundant, comparable to chromite inclusions in diamond and characteristic of fertile intrusions. Diamonds presents are corroded and of low gemological quality; the persistence of mining activity on the body is probably due to the mixing of sediments that added diamonds to the deposit from another secondary source, probably from the Tombador Conglomerate, outcropping in the vicinities. The rock that constitutes the intrusion can be considered a metakimberlite

    • português

      Na região da Serra do Espinhaço (Bahia e Minas Gerais), diamantes se associam principalmente a metaconglomerados proterozoicos inseridos nas formações Tombador (BA), Grão Mogol e Sopa-Brumadinho (MG), do Supergrupo Espinhaço. Embora a ocorrência de corpos diamantíferos primários em toda essa região tenha sido sempre controversa, desde a década de 1990 é conhecida uma intrusão mineralizada na Chapada Diamantina baiana, designada “Salvador-1” em Barra do Mendes, garimpada em sua superfície desde o século XIX. A intrusão foi estudada em detalhe, sendo constituída por um talcoxisto suavemente foliado e muito alterado na superfície. Granadas, diopsídio e ilmenita magnesiana, minerais indicadores típicos de kimberlitos, são ausentes ou raríssimos no corpo, possivelmente devido aos processos de alteração e/ou metamorfismo de baixo grau. Entretanto, cromitas são abundantes, ricas em Mg e Cr (até ~65% Cr2O3), comparável com inclusões de cromita em diamantes e características de intrusões férteis. Os diamantes presentes são corroídos e de baixa qualidade gemológica; a persistência da atividade garimpeira sobre o corpo se deve provavelmente à mistura de sedimentos que acrescentou ao depósito diamantes de outra fonte secundária, provavelmente do Conglomerado Tombador, aflorante nas cercanias. A rocha que constitui a intrusão pode ser considerada um metakimberlito


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