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El despliegue de China en América Latina: debates desde la Economía Política Internacional Latinoamericana

    1. [1] Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales FLACSO, Ecuador
    2. [2] Facultad Latinoamericana de Ciencias Sociales FLACSO
  • Localización: Desafíos, ISSN 0124-4035, ISSN-e 2145-5112, Vol. 37, Nº. 1, 2025 (Ejemplar dedicado a: Promesas incumplidas de la democracia), 34 págs.
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Expansão da China na América Latina: debates desde a economia política internacional latino-americana
    • China’s Expansion in Latin America: Debates from Latin American International Political Economy
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Este artículo examina los principales debates en la Economía Política Internacional (EPI), particularmente en América Latina, sobre la creciente presencia económica de China en la región. A través de una exhaustiva revisión de más de 90 documentos publicados entre 2004 y 2024, y utilizando un sistema de cocitas, nodos y conexiones entre trabajos, se clasificó la literatura en tres enfoques centrales: Dependencia, Complementariedad/Interdependencia y Globalización con Características Chinas (GCC). Los resultados muestran una marcada división en el debate. Por un lado, están quienes se enfocan en la perspectiva tradicional de la dependencia, subrayando el intercambio comercial con China y la tendencia hacia la reprimarización. Por otro lado, algunos ven oportunidades de complementariedad entre la región y China, considerando las ventajas comparativas de ambos actores. Finalmente, existe un eje en desarrollo que considera las dinámicas actuales como una gcc, y sugieren una nueva forma de cooperación, distinta a los preceptos de hegemonía occidental. Como conclusión, se identifica algunos vacíos en los debates actuales, que podrían ser cruciales para comprender la evolución de las relaciones sino-latinoamericanas, como el proceso de aprendizaje de actores chinos, principalmente empresas e instituciones financieras, que podría explicar parte de los cambios de su comportamiento en la última década.

    • English

      This article examines the principal debates in International Political Economy (IPE), particularly in Latin America, regarding China’s growing economic presence in the region. Through an exhaustive review of more than 90 documents published between 2004 and 2024, and using a system of co-citations, nodes, and connections between documents, the literature has been classified into three central approaches: Dependency, Complementarity/Interdependence, and Globalization with Chinese Characteristics (GCC). The results reveal a division in the debate. On the one hand, some focus on the traditional perspective of dependency, emphasizing trade with China and the trend toward reprimarization. On the other hand, some see opportunities for complementarity between the region and China, considering the comparative advantages of both actors. Finally, an ongoing debate considers thecurrent dynamics as a globalization with Chinese characteristics, and suggests a new form of cooperation, distinct from the precepts of Western hegemony. In conclusion, the article identifies some gaps in current debates, that could be crucial to understanding the evolution of Sino-Latin American relations, such as the learning process of Chinese actors, mainly companies and financial institutions, which could explain part of the changes of its behavior in the last decade.

    • português

      Neste artigo, são examinados os principais debates na economia política internacional, particularmente na América Latina, sobre a crescente presença econômica da China na região. Por meio de revisão exaustiva de mais de 90 artigos publicados entre 2004 e 2024, e usando um sistema de cocitações, nós e conexões entre artigos, a literatura foi classificada em três abordagens centrais: dependência, complementaridade/interdependência e globalização com características chinesas. Os resultados mostram uma divisão acentuada no debate. Por um lado, há aqueles que se concentram na perspectiva tradicional de dependência, destacando o comércio com a China e a tendência de reprimarização. Por outro lado, alguns veem oportunidades de complementaridade entre a região e a China, considerando as vantagens comparativas de ambos os atores. Por fim, há um eixo em desenvolvimento que considera a dinâmica atual como uma globalização com características chinesas e sugere uma nova forma de cooperação, diferente dos preceitos da hegemonia ocidental. Em conclusão, no artigo, são identificadas algumas lacunas nos debates atuais que podem ser cruciais para a compreensão da evolução das relações sino-latino-americanas, como o processo de aprendizado dos atores chineses, principalmente empresas e instituições financeiras, o que poderia explicar parte das mudanças em seu comportamento na última década.


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