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Village development paradigms and their implementation in post-reformation Indonesia

    1. [1] Airlangga University

      Airlangga University

      Indonesia

    2. [2] Brawijaya University
  • Localización: Journal of Law and Sustainable Development, ISSN-e 2317-4056, ISSN 2764-4170, Vol. 12, Nº. 2, 2024
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • Paradigmas de desarrollo rural y su implementación en la Indonesia post-reforma
    • Paradigmas de desenvolvimento de aldeias e sua implementação na Indonésia pós-reforma
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Objetivo: El paradigma del desarrollo de las aldeas en Indonesia, que se ha puesto en práctica desde la era de la reforma en 1998, ha generado tres leyes que sustentan los sistemas de gobernanza de las aldeas: la Ley núm. 22 en 1999, la Ley núm. 32 en 2004 y la Ley núm. 6 en 2014.Método: Este estudio descriptivo-cualitativo explora la comprensión conceptual del desarrollo de las aldeas en Indonesia utilizando datos secundarios de leyes, regulaciones e investigación. El pensamiento de Kuhn se utiliza para interpretar el paradigma subyacente al sistema de desarrollo, que abarca desde la era de la reforma hasta el presente. Resultados: Este estudio revisa el paradigma desde la perspectiva de Thomas Kuhn, quien ve la verdad desde una perspectiva científica en el contexto de la gobernanza indonesia. Los hallazgos muestran que la Ley 22 de 1999 y la Ley 32 de 2004 se construyen sobre la base de las ciencias políticas y gubernamentales, destacando un cambio de paradigma de la centralización a la descentralización. Los sistemas de gestión y regulación de las aldeas se encuentran entonces entre los gobiernos centrales y regionales, lo que influye en su desarrollo. Además, la Ley núm. 6 de 2014 coloca a las aldeas en un sistema normativo exclusivo con dimensiones socioculturales y económicas cambiantes, pero conserva las dimensiones políticas y gubernamentales preexistentes. En otras palabras, los sistemas regulatorios de las aldeas no se basan en paradigmas radicales. Conclusión: No se puede abandonar el paradigma existente y es necesario desarrollar nuevas ideas sobre las aldeas. Para demostrar verdaderamente autonomía, las leyes deben liberarse del paradigma anterior y establecer una nueva base científica.

    • English

      Objective: The paradigm of village development in Indonesia, which has been put into practice since the reformation era in 1998, has generated three laws that underlie village governance systems: Law No. 22 in 1999, Law No. 32 in 2004, and Law No. 6 in 2014.Method: This descriptive-qualitative study explores the conceptual understanding of village development in Indonesia using secondary data from laws, regulations, and research. Kuhn's thinking is used to interpret the paradigm underlying the development system, spanning from the reformation era to the present.Results: This study reviews the paradigm from the perspective of Thomas Kuhn, who sees the truth from a scientific perspective in the context of Indonesian governance. The findings show that Law No. 22 of 1999 and Law No. 32 of 2004 are built upon political and governmental sciences, highlighting a paradigm shift fromcentralization to decentralization. Village management and regulatory systems then lie between central and regional governments, which influences its development. Furthermore, Law No. 6 of 2014 positions villages in an exclusive regulatory system with changing sociocultural and economic dimensions but retains pre-existing political and governmental dimensions. In other words, village regulatory systems are not based on radical paradigms.Conclusion: The existing paradigm cannot be abandoned, and new ideasabout villages need to be developed. To truly demonstrate autonomy, laws must be released from the previous paradigm and establish a new scientific basis.

    • português

      Objetivo: O paradigma do desenvolvimento das aldeias na Indonésia, que tem sido posto em prática desde a era da reforma em 1998, gerou três leis que estão subjacentes aos sistemas de governança das aldeias: Lei nº 22 em 1999, Lei nº 32 em 2004 e Lei nº 6 em 2014.Método: Este estudo descritivo-qualitativo explora a compreensão conceitual do desenvolvimento de aldeias na Indonésia usando dados secundários de leis, regulamentos e pesquisa. O pensamento de Kuhn é usado para interpretar o paradigma subjacente ao sistemade desenvolvimento, abrangendo desde a era da reforma até o presente.Resultados: Este estudo analisa o paradigma a partir da perspectiva de Thomas Kuhn, que vê a verdade a partir de uma perspectiva científica no contexto da governança indonésia. As descobertas mostram que a Lei nº 22 de 1999 e a Lei nº 32 de 2004 são construídas sobre as ciências políticas e governamentais, destacando uma mudança de paradigma da centralização para a descentralização. Os sistemas de gestão e regulação das aldeias situam-se então entre os governos centrais e regionais, o que influencia o seu desenvolvimento. Além disso, a Lei nº 6 de 2014 posiciona as aldeias em um sistema regulatório exclusivo com dimensões socioculturais e econômicas em mudança, mas mantém dimensões políticas e governamentais preexistentes. Em outras palavras, os sistemas regulatórios das vilas não são baseados em paradigmas radicais.Conclusão: O paradigma existente não pode ser abandonado, e novas ideias sobre aldeias precisam ser desenvolvidas. Para realmente demonstrar autonomia, as leis devem ser liberadas do paradigma anterior e estabelecer uma nova base científica.


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