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Use of inclusive and non-sexist language: Analysis in a public health institution

    1. [1] Universidad Industrial de Santander

      Universidad Industrial de Santander

      Colombia

  • Localización: Entramado, ISSN-e 1900-3803, Vol. 21, Nº. 1, 2025
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • Uso de linguagem inclusiva e não sexista: análise em uma instituição de saúde pública
    • Uso del lenguaje incluyente y no sexista: Análisis en una institución pública de salud
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      La comunicación incluyente y no sexista tiene por objeto reconocer la diversidad de todas las personas, tener un trato en igualdad y eliminar los estereotipos de género. En las sociedades patriarcales el lenguaje no es incluyente y opera como un elemento que perpetua la desigualdad. El objetivo del estudio es analizar el uso del lenguaje incluyente y no sexista en una entidad pública especializada de salud en Colombia. Para ello se empleó una guía de revisión documental y un instrumento de consulta al personal administrativo y asistencial. Los resultados reflejan que el uso del idioma en los documentos institucionales si bien no se encuentran cargados de sexismo, sí son excluyentes, usando frecuentemente el masculino como genérico. Por su parte, en la comunicación oral se observa que la mayor parte del personal de salud ha percibido por lo menos alguna vez comentarios sexistas y excluyentes dentro de la entidad, en donde se asignan roles y estereotipos a las personas según el sexo. Es imperativo que las instituciones de salud capaciten a su personal en el uso de lenguaje incluyente, promoviendo términos neutros y respetando la identidad de género de cada persona.

    • English

      Inclusive and non-sexist communication aims to recognize the diversity of all people, treat them equally, and eliminate gender stereotypes. In patriarchal societies, language is not inclusive and operates as an element that perpetuates inequality. The study aims to analyze the use of inclusive and non-sexist language in a specialized public health entity in Colombia. A document review guide and surveys of administrative and healthcare personnel were used to do so. The results reflect that the use of language in institutional documents, although not loaded with sexism, is exclusionary, frequently using the masculine as a generic. On the other hand, in oral communication, it is observed that most health personnel have perceived at least once sexist and exclusionary comments within the entity, where roles and stereotypes are assigned to people according to sex. Health institutions must train their personnel in the use of inclusive language, promoting neutral terms, and respecting the gender identity of each person.

    • português

      A comunicação inclusiva e não sexista visa a reconhecer a diversidade de todas as pessoas, tratá-las igualmente e eliminar os estereótipos de gênero. Nas sociedades patriarcais, a linguagem não é inclusiva e funciona como um elemento que perpetua a desigualdade. O objetivo do estudo é analisar o uso de linguagem inclusiva e não sexista em uma entidade especializada em saúde pública na Colômbia. Para isso, foram utilizados um guia de revisão de documentos e um instrumento de consulta com a equipe administrativa e de atendimento. Os resultados mostram que, embora o uso da linguagem nos documentos institucionais não seja sexista, eles são exclusivos, usando frequentemente o masculino como termo genérico. Por outro lado, na comunicação oral, observa-se que a maioria dos profissionais de saúde já percebeu pelo menos uma vez comentários sexistas e excludentes dentro da instituição, em que papéis e estereótipos são atribuídos às pessoas de acordo com seu sexo. É imperativo que as instituições de saúde treinem seus funcionários no uso de linguagem inclusiva, promovendo termos neutros e respeitando a identidade de gênero de cada pessoa.


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