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Nomofobia e sintomas depressivos, de estresse e de ansiedade: Estudo comparativo e correlacional

    1. [1] Consultório particular, Rio Grande do Sul, Brasil
    2. [2] Atitus Educação
  • Localización: Revista de psicología (Santiago), ISSN-e 0719-0581, Vol. 33, Nº. 2 (Diciembre), 2024
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Nomofobia e sintomas depressivos, de estresse e de ansiedade: Estudo comparativo e correlacional
    • Nomophobia and depressive, stress and anxiety symptoms: Comparative and correlational study
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      O uso de smartphones, importante recurso para comunicação e trabalho, tem aumentado substancialmente nos últimos anos. Contudo, o uso excessivo pode estar associado com o aumento de sintomas depressivos, de ansiedade e de estresse, e mesmo o receio de não estar conectado (nomofobia) pode estar aumentando também. Objetivou-se investigar, por meio de uma pesquisa quantitativa, o uso de smartphone, nomofobia, os sintomas depressivos, de estresse e de ansiedade. Participaram 157 indivíduos maiores de 18 anos usuários de internet residentes no Brasil. Foram utilizados o Nomophobia Questionnaire–Versão Brasileira (NMP-Q), Levantamento da Intensidade de Sintomas Depressivos (LIS-D), Levantamento da Intensidade de Sintomas de Estresse (LIS-E), Levantamento da Intensidade de Sintomas de Ansiedade (LIS-A) e um Questionário Sociodemográfico. Os resultados indicaram que ocorreram diferenças estatisticamente significativas entre os sintomas e variáveis sociodemográficas (sexo, estado civil, escolaridade, se está trabalhando ou não, e renda familiar), mas não em nomofobia. Houve correlação moderada entre a quantidade de tempo declarada apresente correlação moderada com sintomas de ansiedade, estresse e depressivos, mas não nomofobia.

    • English

      The use of smartphones, an important resource for communication and work, has increased substantially in recent years. However, excessive use may be associated with an increase in depression, anxiety, and stress symptoms, and even the fear of not being connected (nomophobia) may also be increasing. The objective was to investigate smartphone use, nomophobia, depression, stress, and anxiety symptoms through a quantitative survey. A total of 157 internet users over 18 years old residing in Brazil participated. The Nomophobia Questionnaire – Brazilian Version (NMP-Q), the Depression Symptoms Intensity Survey (LIS-D), the Stress Symptoms Intensity Survey (LIS-E), the Anxiety Symptoms Intensity Survey (LIS-A), and a Sociodemographic Questionnaire were used. The results indicated that there were statistically significant differences between symptoms and sociodemographic variables (gender, marital status, education level, employment status, and family income), but not in nomophobia. There was a moderate correlation between the declared amount of time and symptoms of anxiety, stress, and depression, but not nomophobia.

    • português

      O uso de smartphones, importante recurso para comunicação e trabalho, tem aumentado substancialmente nos últimos anos. Contudo, o uso excessivo pode estar associado com o aumento de sintomas depressivos, de ansiedade e de estresse, e mesmo o receio de não estar conectado (nomofobia) pode estar aumentando também. Objetivou-se investigar, por meio de uma pesquisa quantitativa, o uso de smartphone, nomofobia, os sintomas depressivos, de estresse e de ansiedade. Participaram 157 indivíduos maiores de 18 anos usuários de internet residentes no Brasil. Foram utilizados o Nomophobia Questionnaire – Versão Brasileira (NMP-Q), Levantamento da Intensidade de Sintomas Depressivos (LIS-D), Levantamento da Intensidade de Sintomas de Estresse (LIS-E), Levantamento da Intensidade de Sintomas de Ansiedade (LIS-A) e um Questionário Sociodemográfico. Os resultados indicaram que ocorreram diferenças estatisticamente significativas entre os sintomas e variáveis sociodemográficas (sexo, estado civil, escolaridade, se está trabalhando ou não, e renda familiar), mas não em nomofobia. Houve correlação moderada entre a quantidade de tempo declarada apresente correlação moderada com sintomas de ansiedade, estresse e depressivos, mas não nomofobia.


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