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O conceito situacionista de cultura

    1. [1] Universidade Do Porto

      Universidade Do Porto

      Santo Ildefonso, Portugal

  • Localización: Aufklärung: revista de filosofia, ISSN-e 2318-9428, Vol. 11, Nº. 3, 2024, págs. 121-132
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The situacionist concept of culture
  • Enlaces
  • Resumen
    • português

      Tendo em vista apresentar e discutir a concepção de cultura que perfilham Guy Debord e os situacionistas, é preciso desfazer, desde logo, alguns equívocos: não há neles, contrariamente às aparências, a apologia de uma atitude anticultural. Pelo contrário, estamos nos antípodas do “neoprimitivismo”. Quando Debord afirma que recusa o “neoprimitivismo” contemporâneo, isso equivale, num vocabulário schilleriano, à rejeição da posição do “selvagem”, do qual Rousseau traça canonicamente o retrato romântico. Com os mesmos recursos vocabulares, também devemos dizer que Debord rejeita a posição inversa, isto é, a do “bárbaro” que destrói — em prol das abstracções — a vida e a sensibilidade.

    • English

      This paper aims to present and discuss Guy Debord and the Situationists' conception of culture. In doing so, it is necessary to clear up a few misconceptions from the outset: contrary to appearances, they do not advocate an anti-cultural attitude. Contrariwise, we are at the antipodes of “Neo‑primitivism". When Debord asserts his rejection of contemporary “Neo‑primitivism”, this is akin, in Schillerian language, to rejecting the position of the “savage”, as depicted by Rousseau in his canonical romantic portrait. In the same language, we should also say that Debord rejects the opposite position, that of the "barbarian", who destroys life and sensibility in favour of abstractions.


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