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Pessoas trans, identidade de gênero, autopertencimento: Olhar fenomenológico

  • Autores: Gleicy Braga da Costa, Izabele Silva do Nascimento, Márcia Gabriela França Gentil, Ewerton Helder Bentes de Castro
  • Localización: AMAzônica, ISSN-e 1983-3415, Vol. 16, Nº. 2 (julio-diciembre), 2023 (Ejemplar dedicado a: Temas Livres em Psicologia e Educação)
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Trans people, gender identity, self-belonging: A phenomenological perspective
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Transgender people suffer constant violence, being stigmatized and marginalized by society for subverting gender role patterns. The most varied types of violence are filed, however, the discussion remains on the sidelines, literally peripheral, mainly in the sphere of public policies. However, they manage to go beyond the fact and re-dimension their view of themselves and life. Thus, the present research proves to be relevant in this theme due to the narrowness of the theoretical framework and the knowledge gap in the scenario of the northern region of Brazil. Therefore, this project aimed to understand the perception of transgender people about their historicity and their ways of coping and overcoming it. The research has a qualitative, descriptive and exploratory character and used the parameters of the phenomenological method of research in psychology. Data collection was carried out through audio-recorded phenomenological interviews. The interview started with a guiding question and presented developments where senses and meanings of the speeches were identified. Three transgender people were considered participants and data analysis is based on the theoretical framework of the German philosopher Martin Heidegger. 5 categories of analysis were elaborated: 1. Being recognized as who I really am; 2. The fear of violence: violence through words and questions ;3. Psychological care as support; 4. The importance of the support network; 5. My advice: be yourself no matter what. It is concluded that facing and overcoming transphobic, prejudiced and discriminatory situations allows people to go beyond their sexual orientation and gender identity and perceive themselves as beings of possibility, including the ability to contribute so that the other who is in suffering, can face and move forward. The impossibility became possibility.

    • português

      Pessoas transgênero sofrem constantes violências, sendo estigmatizadas e marginalizadas da sociedade por subverterem os padrões de papéis de gênero. Os mais variados tipos de violência são impetrados, contudo, a discussão permanece à margem, literalmente periférica, principalmente na esfera das políticas públicas. Entretanto, elas conseguem ir além do fato e redimensionam seu olhar sobre si mesmas e sobre a vida. Desse modo, a presente pesquisa mostra-se relevante nessa temática devida exiguidade de referencial teórico e a lacuna de conhecimento no cenário da região norte do Brasil. Portanto, este projeto objetivou compreender a percepção de pessoas transgênero acerca de sua historicidade e seus modos de enfrentamento e superação. A pesquisa tem caráter qualitativo, descritivo e exploratório e utilizou os parâmetros do método fenomenológico da pesquisa em psicologia. A obtenção dos dados foi realizada através da entrevista fenomenológica áudio gravada. A entrevista partiu de questão norteadora e apresentou desdobramentos onde foram identificados sentidos e significados dos discursos. Foram considerados participantes 3 pessoas transgênero e a análise dos dados ampara-se no referencial teórico do filósofo alemão Martin Heidegger. Foram elaboradas 5 categorias de análise: 1. Ser reconhecido como quem eu realmente sou; 2. O medo da violência: a violência por meio das palavras e indagações ;3. O atendimento psicológico como apoio; 4. A importância da rede de apoio; 5. Meu conselho: seja você mesmo apesar de tudo. Conclui-se que o enfrentamento e superação de situações transfóbicas, preconceituosas e discriminatórias possibilita que as pessoas possam ir além de sua orientação sexual e identidade de gênero e se percebam como seres de possibilidade, inclusive com a capacidade de contribuir para que o outro que está em sofrimento, possa enfrentar e seguir adiante. Da impossibilidade se fez possibilidade.


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