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A prática da Psicologia Fenomenológica no Amazonas: O plantão psicológico em escolas públicas e sua pluridimensionalidade

  • Autores: Ewerton Helder Bentes de Castro
  • Localización: AMAzônica, ISSN-e 1983-3415, Vol. 17, Nº. 2 (Julio), 2024 (Ejemplar dedicado a: Dossiê O ensino da Fenomenologia e sua imbricação com a Psicologia: da Fenomenologia Clássica à Fenomenologia Crítica e outras temáticas contemporâneas), págs. 233-261
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • La pratique de la psychologie phénoménologique en Amazonie: Le devoir psychologique dans les écoles publiques et sa pluridimensionnalité
    • The practice of Phenomenological Psychology in Amazonas: The psychological duty in public schools and its pluridimensionality
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      La pratique psychologique consiste en une série de perspectives différentes sur l'être humain, objet d'étude. L’une d’elles, la Phénoménologie Existentielle, suppose un contact avec l’autre à partir de la rencontre qui s’établit entre les deux. L'objectif de cet article est de présenter la pratique de la psychologie phénoménologique basée sur l'insertion des étudiants dans les services psychologiques des écoles publiques. À cette fin, toute la base conceptuelle liée à la phénoménologie proposée par Husserl, Heidegger et Merleau-Ponty est sauvée. La perspective des Trois Perspectives qui incarne la configuration relationnelle vécue dans l'activité est présentée. Il est clair que s'immerger dans la relation avec l'adolescent, à partir de cette proposition clinique, est un défi continu, car cela présuppose que nous quittions notre lieu de regarder l'autre uniquement à partir d'hypothèses diagnostiques, de réductionnismes ou de minimalismes de cadres, pour expérimenter une relation dans laquelle la compréhension de l’expérience vécue est le fondement. On conclut que pour l'étudiant en formation et pour le professionnel de la psychologie qui ose embrasser la perspective en question, cela signifie comprendre que l'être humain ne doit pas être observé comme nature humaine, comme condition humaine, mais comme une réalisation.

    • English

      Psychological practice consists of reaching out to the other based on the encounter that is established between both. The objective of this article is to present the practice of Phenomenological Psychology based on the insertion of students in psychological services in public schools. To this end, the entire conceptual basis related to Phenomenology proposed by Husserl, Heidegger and Merleau-Ponty is rescued. The perspective of the Three Perspectives that embodies the relational configuration experienced in the activity is presented. It is clear that immersing ourselves in the relationship with the adolescent, based on this clinical proposal, is a continuous challenge, since it presupposes that we leave our locus of looking at the other only from diagnostic hypotheses, reductionisms or minimalism of frameworks, to experience a relationship in which the understanding of the lived experience is the foundation. It is concluded that for the student in training and for the Psychology professional who dares to embrace the perspective in question, it means understanding that the human being should not be observed as human nature, as a human condition, but as an achievement.

      a series of different perspectives on the human being, the object of study. One of them, Existential Phenomenology, presupposes 

    • português

      O fazer psicológico é constituído por uma série de olhares, diferenciados entre si, sobre o ser humano, objeto de estudo. E um deles, a Fenomenologia-Existencial que pressupõe ir ao outro a partir do encontro que entre ambos é estabelecido. O objetivo deste artigo é apresentar a prática da Psicologia Fenomenológica a partir da inserção de discentes no plantão psicológico em escolas da rede pública. Para tanto é resgatada toda a base conceitual relativa a Fenomenologia proposta por Husserl, Heidegger e Merleau-Ponty. É apresentada a perspectiva dos Três Olhares que consubstancia a configuração relacional experienciada na atividade. Percebe-se que, imergir na relação com o adolescente, a partir dessa propositura de clínica, é um contínuo desafio, pois pressupõe que saiamos de nosso locus de olhar o outro apenas a partir de hipóteses diagnósticas, reducionismos ou minimalismo de enquadres, para vivenciarmos uma relação em que a compreensão do vivido é o fundamento. Conclui-se que ao discente em formação e ao profissional de Psicologia que ouse enveredar pela perspectiva em questão, significa entender que o ser humano não deve ser observado como natureza humana, como condição humana, mas como conquista.


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