Argentina
El cooperativismo y la autogestión, configuran una forma de organización que cobra peso en distintos ámbitos sociales, pero resultan una estrategia novedosa para quienes se encuentran en el sistema carcelario. El objetivo de este artículo es presentar un análisis de caso en base a parte de los hallazgos de una investigación reciente, metodológicamente encuadrada en la perspectiva cualitativa. Se busca analizar la experiencia en base a las intersecciones entre los estudios sobre la economía popular y la cárcel, para destacar no solo los fines que se persiguen en relación a reivindicar sus derechos como personas privadas de la libertad, sino como aquellas estrategias para encontrar una salida laboral sobre todo luego de su encierro carcelario. Como conclusiones y recomendaciones, se observa por un lado la ampliación que alcanza el cooperativismo a través de una organización que surge en la cárcel; por el otro, se advierten actividades que exceden el cooperativismo pero que son autogestionadas, además de incluir la intervención de actores claves del sistema judicial, lo que denota conexiones con el afuera de la cárcel.
O cooperativismo e a autogestão configuram uma forma de organização que ganha peso em diferentes esferas sociais, mas são uma estratégia inédita para quem está no sistema prisional. O objetivo deste artigo é apresentar uma análise de caso baseada em parte dos resultados de uma investigação recente, enquadrada metodologicamente na perspectiva qualitativa. O objetivo é analisar a experiência a partir das intersecções entre os estudos sobre a economia popular e a prisão, para destacar não apenas os objetivos perseguidos em relação à reivindicação de seus direitos como pessoas privadas de liberdade, mas também as estratégias para encontrar uma saída de emprego, especialmente depois seu confinamento na prisão. Como conclusões e recomendações, observamos, por um lado, a expansão que o cooperativismo alcança através de uma organização que emerge na prisão; Por outro lado, existem atividades que ultrapassam o cooperativismo, mas são autogeridas, além de incluírem a intervenção de atores-chave do sistema judiciário, o que denota conexões com quem está fora do presídio.
Cooperativism and self-management are a form of organization that is gaining weight in different social spheres, but they are a novel strategy for those who are in the prison system. The objective of this article is to present a case analysis based on some of the findings of a recent research, methodologically framed in the qualitative perspective. It seeks to analyze the experience based on the intersections between studies on the popular economy and prison, to highlight not only the goals pursued in relation to claiming their rights as persons deprived of liberty, but also those strategies to find a job, especially after their imprisonment. As conclusions and recommendations, on the one hand, the expansion of cooperativism through an organization that arises in prison is observed; on the other hand, activities are noted that exceed cooperativism but are self-managed, in addition to including the intervention of key actors in the judicial system, which denotes connections with the outside of prison.
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