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El hedor en la Nueva España: sensibilidad olfativa ante el fenómeno de la otredad (siglo xvi)

    1. [1] Universidad Central de Chile

      Universidad Central de Chile

      Santiago, Chile

  • Localización: Historia Crítica, ISSN-e 1900-6152, ISSN 0121-1617, Nº. 94, 2024 (Ejemplar dedicado a: Dossier: Historia de los sentidos), págs. 45-61
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • O mau cheiro na Nova Espanha: sensibilidade olfativa quanto ao fenômeno da alteridade (século 16)
    • Stench in New Spain: Olfactory Sensitivity to the Phenomenon of Otherness (Sixteenth Century)
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Objetivo/contexto: el objetivo de este artículo es analizar las representaciones olfativas de la sangre, del indígena y de sus ídolos en las narraciones sacrificiales en cuatro fuentes de la primera modernidad americana (siglo xvi): las Cartas de relación de Hernán Cortés, Visión de los vencidos de Miguel León Portilla, la Historia general de las cosas de Nueva España de Bernardino de Sahagún y el Proceso inquisitorial del cacique de Tezcoco. Metodología: la historia cultural permite examinar la percepción odorante del hedor como parte de la narración del cuerpo y de los rituales religiosos indígenas en la Conquista. Con este enfoque, se identifican los discursos o representaciones sobre el indígena en el periodo establecido y se traza una matriz interpretativa que combina el análisis de los elementos culturales con las percepciones odorantes. Originalidad: la pertinencia del estudio consiste en analizar de qué manera el hedor incide en el reconocimiento y dominio de la población indígena. La percepción olfativa devela la pluralidad de sensibilidades odorantes como parte de las relaciones sociales. De tal manera, se estudia cómo los hedores o el menosprecio olfativo de las prácticas sacrificiales indígenas descritas en las crónicas contribuyeron a la clasificación moral y sensitiva que justificó la desigualdad entre peninsulares e indígenas. Conclusiones: el hedor y la fragancia pueden leerse como dispositivos de control que contribuyeron a legitimar la violencia de la conquista, así como los diversos debates en torno a las estéticas corporales americanas.

    • English

      Objective/Context: This article aims to analyze the olfactory descriptions of blood, the Indigenous, and their idols in sacrificial narratives in four early modern American sources (sixteenth century): Letters of Relation by Hernán Cortés, The Vision of the Defeated by Miguel León Portilla, General History of the Things of New Spain by Bernardino de Sahagún, and the inquisitorial process of the cacique of Texcoco. Methodology: Cultural history as a methodology allows examining the olfactory perception of stench as part of the narration of the body and Indigenous religious rituals during the Conquest. This approach helps to identify the discourses or representations about the Indigenous in the established period and to outline an interpretative matrix that combines the analysis of cultural elements with odorant perceptions. Originality: The study’s relevance lies in analyzing how odor affects the recognition and dominance of the Indigenous society. Odorant perception reveals the plurality of olfactory sensitivities as part of social relations. In this way, we study how the stench or the olfactory disdain toward the Indigenous sacrificial practices described in the chronicles contributed to the moral and sensory classification that justified the inequality between peninsular Spaniards and Indigenous people. Conclusions: Stench and fragrance can be read as control devices that legitimize the violence of the Conquest and the various debates surrounding American bodily aesthetics.

    • português

      Objetivo/Contexto: O objetivo deste artigo é analisar as descrições olfativas do sangue, dos povos indígenas e de seus ídolos nas narrativas sacrificiais em três fontes do início da modernidade americana: as Cartas de Relacionamento de Hernán Cortés, Visão dos derrotados de Miguel León Portilla, a História Geral das Coisas da Nova Espanha de Bernardino de Sahagún e o Processo Inquisitorial do Cacique de Tezcoco. Metodologia: Para tanto, a história cultural como metodologia nos permitirá examinar a percepção odorífera do fedor como parte da narrativa do corpo e dos rituais religiosos indígenas na conquista. Originalidade: A relevância do estudo consiste em analisar como o cheiro de sangue, os povos indígenas e os rituais religiosos medeiam as formas pelas quais é possível construir, reconhecer ou dominar a sociedade indígena. A percepção olfativa revela a pluralidade de sensibilidades odoríferas como parte das relações sociais. O artigo está dividido em duas seções. A primeira secção constitui um levantamento dos estudos que analisaram as ligações entre os aromas do mundo indígena (seus rituais religiosos e higiénicos, as suas práticas alimentares, entre outros) e as percepções olfativas dos povos peninsulares. A segunda seção analisa as descrições odoríferas em quatro crônicas da Nova Espanha para historicizar a formação do fedor como categoria política baseada no encontro com o sangue, com o corpo indígena e com seus ídolos. Conclusões: Concluindo, o fedor ou a fragrância podem ser lidos como dispositivos de controle que legitimam a violência da conquista, bem como os diversos debates em torno da estética corporal americana.


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