Town of Amherst, Estados Unidos
Este ensayo videográfico explora cómo Límite (Mário Peixoto, Brasil, 1931) utiliza imágenes-tiempo para construir un contrapunto conceptual entre el pujante deseo de liberación de los protagonistas y la fosilización social de esos deseos. Puesto que se trata de un argumento con un alto grado de abstracción, he optado por un acercamiento tradicional al armar el videoensayo: una narración en voz off de tipo expositivo para acompañar secuencias tomadas de la película. La forma tradicional me pareció la más adecuada para un videoensayo sobre una película tan altamente experimental, pues evita el riesgo de confundir la experimentación de la película con la mía propia. El resultado es una reflexión crítica, por el comentario en voz off, y a la vez poética, por las imágenes procedentes de la película.
This videographic essay explores how Limite (Mário Peixoto, Brasil, 1931) uses time-images to construct a conceptual counterpoint between the characters’ strong desire for liberation and society’s fossilization of those desires. Because of the abstract nature of the argument, I have decided on a traditional approach to the videographic essay, namely, a voice-over narration in expository mode to accompany selected clips from the film. Moreover, given the highly experimental nature of the source film, a traditional approach in the videographic essay also avoids confusing the film’s experimentation with my own. The result is a reflection that is critical, because of the voice-over, as well as poetic, because of the images that come from the film.
Este ensaio videográfico explora como Limite (Mário Peixoto, Brasil, 1931) usa imagens-tempo para construir um contraponto conceitual entre o forte desejo de libertação dos personagens e a fossilização social desses desejos. Devido à natureza abstrata do argumento, decidi usar uma abordagem tradicional para o ensaio videográfico, ou seja, uma narração em voz off do tipo expositivo para acompanhar trechos selecionados do filme. Além disso, dada a natureza altamente experimental do filme-fonte, a abordagem tradicional no ensaio videográfico também evita confundir a experimentação do filme com a minha. O resultado é uma reflexão que é tanto crítica, por causa da narração em off, quanto poética, por causa das imagens que proveem do filme.
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