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Teixeira Munaretto, Sara
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Argentina
Brasil
Este texto tiene por objetivo discutir las potencialidades de la arqueología como activismo social a partir de intervenciones sociales concretas. Partiendo del análisis de casos de estudio que abordan la práctica de la arqueología de la diáspora africana en su relación con la patrimonialización y musealización, buscamos contribuir a la construcción de una arqueología comprometida, capaz de ser un agente de cambio de las preocupaciones sociales, políticas, económicas y medioambientales del presente. Concluimos que, nuestro campo disciplinar como activismo social debe apuntar a la formulación de preguntas que busquen el desarrollo de medidas reparativas y de concientización que favorezcan la deconstrucción de la colonialidad del poder tanto de la disciplina como de la sociedad en general.
This article discusses the potential of African diaspora archaeology as social activism. Based on the case studies addressing the African diaspora archeology practice in its connection with heritage and musealization, we seek to contribute to the construction of an engaged archeology capable of being an agent of change in relation to social, political, economic, and environmental contemporary concerns. We conclude that our field as social activism should raise questions about the development of politics of reparation, as well as it should emulate awareness process to counter the coloniality of power, both in the discipline and in society.
O objetivo deste artigo é discutir as potencialidades da arqueologia da diáspora africana como ativismo social. Partindo da análise de estudos de caso que abordam a prática da arqueologia da diáspora africana, na sua vinculação com a patrimonialização e a musealização, buscamos contribuir na construção de uma arqueologia comprometida e capaz de ser um agente de mudança em relação a questões de interesse social contemporâneas a partir de preocupações sociais, políticas, econômicas e ambientais contemporâneas. Concluímos que nosso campo disciplinar, como ativismo social, deve apontar para a formulação de perguntas que busquem o desenvolvimento de medidas de reparação e conscientização que favoreçam a desconstrução da colonialidade do poder, tanto da disciplina como da sociedade em geral.
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