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Entre universalismo e idiossincrasias: Duas concepções de xamanismo influenciando um projeto pedagógico de curso de graduação

    1. [1] Pontifícia Universidade Católica de São Paulo/Programa de Pós-Graduação em Ciência da Religião
  • Localización: Scripta Ethnologica Nueva Epoca, ISSN-e 1669-0990, ISSN 0325-6669, Vol. 46, Nº. 1, 2024, págs. 133-148
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Between universalism and idiosyncrasies: two conceptions of shamanism influencing an undergraduate course pedagogical project
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      O artigo visou discutir a polissemia do termo xamanismo no seio da academia. De uma categoria de análise nascida na antropologia e na ciência da religião, ganhou outras conotações a partir do movimento nova era, retornando à academia através de cursos de ensino superior na área da saúde. Tomou-se como estudo de caso as diferentes compreensões do termo na formação curricular do curso de naturologia da UNISUL, em Santa Catarina, no sul do Brasil. Buscou-se resgatar as origens do termo e as polêmicas de diversas utilizações nos estudos de religião, as incorporações realizadas no seio da nova era e a introdução dessa prática, sob uma concepção reificada de xamanismo, no currículo acadêmico de formação de naturólogos brasileiros. Demonstrou-se como uma visão êmica e essencialista de xamanismo impactou a constituição e continuidade de um curso de ensino superior. Concluiu-se com esse caso que a dupla perspectiva que acompanha a discussão sobre o que é xamanismo percorre amplos setores sociais, ao ponto dessa nova concepção popular retornar à academia e passar a desafiar a concepção clássica. Com origens no meio acadêmico, o termo xamanismo tomou as esteiras de amplos setores sociais urbanos não apenas nos discursos, mas principalmente nas práticas do então neoxamanismo. Visto como um saber primordial, esses setores, com forte influência no caso do curso analisado, passaram a compreender o xamanismo como algo perene, uma tradição que serve a todos a todos os momentos, um saber de cura e transcendência.

    • English

      The article aims to discuss the polysemy of the term shamanism within academia. From a category of analysis born in anthropology and the science of religion, it has gained other connotations since the new age movement, returning to academia through university courses in health. The case study was the different understandings of the term in the curriculum of the naturology course at UNISUL, in Santa Catarina, southern Brazil. The aim was to retrieve the origins of the term and the controversies surrounding its various uses in religious studies, its incorporation into the new age, and the introduction of this practice, under a reified conception of shamanism, into the academic curriculum for training Brazilian naturologists. It showed how an emic and essentialist view of shamanism impacted the constitution and continuity of a higher education course. It was concluded from this case that the dual perspective that accompanies the discussion about what shamanism is permeates broad social sectors to the point where this new popular conception returns to academia and begins to challenge the classical conception. With its origins in academic circles, the term shamanism took hold among broad sectors of urban society, not just in the discourses but mainly in the practices of what was then neo-shamanism. Seen as a primordial knowledge, these sectors, with a strong influence in the case of the course analyzed, came to understand shamanism as something perennial, a tradition that always serves everyone, a knowledge of healing and transcendence.


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