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Spoils of the past: Memory diplomacy in the russo ukrainian conflict

    1. [1] Universidade de Lisboa

      Universidade de Lisboa

      Socorro, Portugal

    2. [2] Université Libre de Bruxelles

      Université Libre de Bruxelles

      Arrondissement Brussel-Hoofdstad, Bélgica

  • Localización: JANUS.NET, ISSN-e 1647-7251, Vol. 15, Nº. 2, 2024-2025, págs. 227-246
  • Idioma: inglés
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      In the context of the Russo-Ukrainian conflict, this article draws from the conceptual framework of memory diplomacy to explore how memory has been employed in Russian and Ukrainian diplomacy since 2022 and what international goals its use aims to achieve. Previous research has continuously shown how memory is instrumentalised in domestic politics, but its employment to achieve international goals has only recently become an object of study. Nevertheless, memory diplomacy offers a valuable addition for interpreting the diplomatic practices of both Ukraine and Russia when viewed through the constructivist framework of International Relations. This research is based on a content discourse analysis of speeches and official statements from both countries, with regard to interpretations of the past, since 2022. It concludes that conflicting memories are built and employed by both parties to serve their international goals.

    • português

      No contexto do conflito russo-ucraniano, este artigo baseia-se no quadro concetual da diplomacia da memória para explorar a forma como a memória tem sido utilizada na diplomacia russa e ucraniana desde 2022 e quais os objetivos internacionais que a sua utilização pretende alcançar. A investigação anterior tem mostrado continuamente como a memória é instrumentalizada na política interna, mas o seu emprego para atingir objetivos internacionais só recentemente se tornou um objeto de estudo. No entanto, a diplomacia da memória oferece um complemento valioso para a interpretação das práticas diplomáticas da Ucrânia e da Rússia, quando analisadas através do quadro construtivista das Relações Internacionais. Esta investigação baseia-se numa análise de conteúdo discursiva de discursos e declarações oficiais de ambos os países, no que respeita a interpretações do passado, desde 2022. Conclui-se que memórias conflituosas são construídas e utilizadas por ambas as partes para servir os seus objetivos internacionais.


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