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Contaminar los relatos: materialidades y representaciones desantrópicas

  • Autores: Eva Natalia Fernández
  • Localización: Cuadernos de Música, Artes Visuales y Artes Escénicas, ISSN-e 2215-9959, Vol. 20, Nº. 1, 2025, págs. 226-239
  • Idioma: español
  • Títulos paralelos:
    • Contaminating stories: materialities and deanthropic representations
    • Contaminar os relatos: materialidades e representações deantrópicas
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      En el campo del arte latinoamericano, especialmente a través de las prácticas artísticas localizadas en el vínculo entre ciencia, tecnología y arte, parece haber una búsqueda de giros, quiebres y revisión de los modos tradicionales que están asentados en marcos histórico- estéticos occidentales y hegemónicos. En ese sentido, en este artículo se reflexiona sobre la noción de representación entendida como una narrativa, de contaminación apelando a conceptualizaciones teóricas de autores como Anna Tsing, Donna Haraway y Tim Ingold, y de materialidad, la materia/cuerpo como un actante con posibilidad de agencia, a través del uso de los retratos de Luciana Paoletti como imágenes contra-representacionales ubicadas en una línea desantrópica. La artista y biotecnóloga argentina, a través de sus retratos realizados con microorganismos y bacterias, promueve una ruptura con el canon antropocéntrico, desde la propia materialidad de la vida no humana que extrae de los cuerpos, sostenido a partir de la imagen del hombre promoviendo el ejercicio de la disidencia. Apelando a la noción de simpoiesis de Haraway, practicando el generar-con en el cultivo, estos retratos revelan las posibilidades de la contrasemejanza y de la antisimilitud como destellos de una corporalidad y una materialidad humana y no humana al margen de la historia canónica del arte y la representación abogando por una revuelta de las líneas que trazan los relatos en el arte.

    • English

      In the Latin American art field, especially through artistic practi-ces located in the connection between science, technology, and art, there seems to be a search for twists, breaks, and revisions of traditional ways based on Western and hegemonic historical aesthetic frameworks. In this sense, this article reflects on the notion of representation understood as a narrative, of contami-nation by appealing to theoretical conceptualizations of authors such as Anna Tsing, Donna Haraway, and Tim Ingold, and of ma-teriality, matter/body as an actant with the possibility of agen-cy, using Luciana Paoletti’s portraits as counter-representational images located in a de-anthropic line. The Argentinean artist and biotechnologist, through her portraits made with microorganisms and bacteria, promotes a rupture with the anthropocentric canon, from the materiality of the non-human life she extracts from bo-dies, sustained from the image of man, fostering the exercise of dissidence. Appealing to Haraway’s notion of sympoiesis, prac-ticing the generate-with in the crop, these portraits reveal the possibilities of counter-likeness and anti-similarity as sparkles of corporeality and a human and non-human materiality on the mar-gins of the canonical art history and representation advocating for a revolt of the lines that draw the narratives in art.

    • português

      No campo da arte latino-americana, especialmente através das práticas artísticas situadas no vínculo entre ciência, tecnologia e arte, parece haver uma procura de reviravoltas, rupturas e re-visões dos modos tradicionais baseados em quadros histórico-es-téticos ocidentais e hegemônicos. Nesse sentido, este artigo re-flete sobre a noção de representação entendida como narrativa de contaminação recorrendo a conceituações teóricas de autores como Anna Tsing, Donna Haraway e Tim Ingold, e de material-idade, a matéria/corpo como um actante com possibilidade de agência, através do uso dos retratos de Luciana Paoletti como imagens contra representacionais situadas numa linha deantrópi-ca. A artista e biotecnóloga argentina, por meio de seus retratos realizados com microrganismos e bactérias, promove uma ruptura com o cânon antropocêntrico desde a própria materialidade da vida não humana que extrai dos corpos, sustentada na imagem do homem promovendo o exercício da dissidência. Apelando à noção de simpoiese de Haraway, praticando a geração-com na cultura, estes retratos revelam as possibilidades da contrasemelhança e da antisemelhança como vislumbres de uma corporalidade e uma materialidade humana e não-humana fora da história canônica da arte e a representação defendendo uma revolta das linhas que traçam os relatos na arte.


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