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A Hermenêutica do eu na poesia de Natália Correia. Dos inéditos de 1941-47 aos poemas publicados em 1955

  • Autores: Rui Tavares de Faria
  • Localización: Revista de escritoras ibéricas, ISSN-e 2340-9029, Nº. 12, 2024, págs. 319-342
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • La hermenéutica del yo en la poesía de Natália Correia. Desde los inéditos de 1941-47 a los poemas publicados en 1955
    • The hermeneutics of the Self in the poetry of Natália Correia: From the Unpublished Works of 1941-47 to the Poems Published in 1955
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El artículo trata la figura de Natália Correia a través de los retratos y autorretratos poéticos publicados entre 1941 y 1955. Se construirá la hermenéutica del yo a partir de un corpus selecto de poemas, escritos durante un período significativo para conocer el desarrollo de Natália como poeta. Seguidamente se planteará una reflexión en torno a tres líneas de análisis: 1. El yo-niña, teniendo en cuenta las imágenes que recrea de la infancia. 2. El yo-mujer, fase en que el cuerpo se asume como elemento identificativo del yo por excelencia. 3. El yo-poeta, una figuración constante, dado que Natalia y la poesía se convierten un ser único y completo.

    • English

      This article aims to deal with the figure of Natália Correia through the portraits and poetic self-portraits published between 1941 and 1955. The hermeneutics of the Self will be constructed from a selected corpus of poems, written during a significant chronological period to know Natalia’s evolutionary path as a poet. Thus, a reflection will be developed around three lines of analysis: 1. the Self as a child, considering the childhood images that Natalia recreates; 2. the Self as a woman, a phase in which the body becomes the identifying element of the Self par excellence; and 3. the Self as a poet, the ever-present figuration, since Natalia and poetry become a single and complete being. 

    • português

      O presente artigo propõe-se tratar a figura de Natália Correia através dos retratos e autorretratos poéticos publicados entre 1941 e 1955. A hermenêutica do Eu será construída a partir de um corpus selecionado de poemas, escritos durante um período cronológico significativo para se conhecer o percurso evolutivo de Natália, enquanto poeta. Assim sendo, desenvolver-se-á uma reflexão em torno de três linhas de análise: 1. o Eu-menina, considerando as imagens da infância que Natália recria; 2. o Eu-mulher, fase em que o corpo se assume o elemento identificativo do Eu por excelência; e 3. o Eu-poeta, a figuração sempre presente, uma vez que Natália e a poesia se convertem num ser uno e completo. 


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