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O impacto da paisagem linguística nos espaços universitáriose urbanos no Brasil e na Bolívia

  • Autores: Maria Célia Lima Hernandes, Eliete Sampaio Farneda, Miriam Cayetano Choque
  • Localización: Revista Iberoamericana de Educación, ISSN 1022-6508, ISSN-e 1681-5653, Vol. 96, Nº. 1, 2024 (Ejemplar dedicado a: El paisaje lingüístico y su impacto en contextos educativos), págs. 97-117
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • The impact of the linguistic landscape on university and urban spacesin Brazil and Bolivia
    • El impacto del paisaje lingüístico en espacios universitarios y urbanos de Brasil y Bolivia
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      El presente artículo pretende explorar, desde un enfoque de Paisaje Lingüístico, los es-pacios universitarios y urbanos como telón de fondo para poner de manifiesto los desajustes en la integración étnica y la incorporación de las diferencias en Brasil y Bolivia, a partir de dos ciudades que pulsan en urbanidad y atraen talento interesado en participar en sus entornos académicos. En Brasil, se estudiarán las protestas étnicas que, en algunos espacios, se naturalizan como una ocupación estudiantil, un derecho regular y general que resuena en los espacios universitarios como una fase simbólica pero fugaz. En Bolivia, se mostrarán los resultados de protestas anteriores que aún hoy dejan huella en el paisaje urbano y universitario, a pesar de que estas se han silenciado sin que se hayan producido grandes cambios en la condición de las diferencias étnicas. Por tratarse de un estudio cualitativo-descriptivo, se han recogido, in situ, a través de fotografías y documentos diversos, registros de cómo la superdiversidad de acciones, actitudes y movimientos han perfilado en São Paulo resul-tados que ya han sido recorridos por La Paz, destacando, en la comparación entre estos espacios, el desajuste del progreso en las grandes metrópolis de estos dos países latinoamericanos. El análisis de las imágenes que llenan los espacios universitarios y humanos ha permitido identificar las diferentes actitudes y estrategias utilizadas por los grupos étnicos para reivindicar sus derechos, constituyendo así un elemento a incorporar en la metodología científica del campo de los Paisajes Lingüísticos

    • English

      In this article we apply a Linguistic Landscape approach to explore university and urban spaces as the background to highlight discrepancies in ethnic integration and incorporation of differences in Brazil and Bolivia. We focus on two vibrant cities that attract talents interested in participating in their academic environments. In Brazil, we address ethnic protests that, in some spaces, are naturalized as student occupations, a regular and general right that resonates in university spaces as a symbolic but fleeting phase. In Bolivia, we highlight the outcome of past protests whose marks are still found on the urban and university landscape, although protests have been silenced with no significant changes in ethnically different conditions. We have done qualitative, descriptive research based on in loco photographs and various documents to collect records of how superdiversity of actions, attitudes, and movements has outlined results in São Paulo that have already been witnessed by La Paz. By comparing these spaces, we have placed emphasis on the discrepancy in advances in the major large cities o these two Latin American countries. The analysis of images that populate university and human spaces allowed us to identify the different attitudes and strategies used by ethnic groups to claim their rights. This is an element that should ultimately be assimilated by Linguistic Landscape scientific methodology

    • português

      Neste artigo, pretendemos explorar, numa abordagem da Paisagem Linguística, os espaços universitários e urbanos como pano de fundo para evidenciar descompassos na integração étnica e na incorporação de diferenças no Brasil e na Bolívia, a partir de duas cidades pulsantes em urbanidade e atratoras de talentos interessados em participar de seus ambientes acadêmicos. No Brasil, abordaremos os protestos étnicos que, em alguns espaços, são naturalizados como uma ocupação estudantil, um direito regular e geral que ressoa nos espaços universitários como uma fase simbólica, mas fugaz. Na Bolívia, demonstraremos o resultado de protestos pregressos que deixaram ainda marcas na paisagem urbana e universitária, embora hoje os protestos já estejam silenciados, sem grandes mudanças na condição das diferenças étnicas. Sendo esta uma pesquisa qualitativo-descritiva, recolhemos, in loco, por meio de fotografias e de documentos diversos, registros de como a superdiversidade de ações, atitudes e movimentos têm delineado em São Paulo resultados que já foram percorridos por La Paz, frisando, na comparação entre esses espaços, o descompasso de avanços nas grandes metrópoles desses dois países da América Latina. A análise das imagens que pululam os espaços universitários e humanos nos permitiu identificar as diferentes atitudes e estratégias utilizadas pelos grupos étnicos para reivindicar seus direitos, constituindo-se, assim, um elemento a ser incorporado na metodologia científica do campo das Paisagens Linguísticas


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