Tissues fixed and embedded in paraffin for histopathological studies keep their cell characteristics. There are several protocols for extracting genetic material from tissue embedded in paraffin, but there is no protocol for material aimed at the direct identification of parasites. The lack of techniques which describe the recovery of parasites from tissue embedded in paraffin has led us to test a technique for recovering myxosporean parasites found in Piaractus mesopotamicus kidney fragments embedded in paraffin, for a rapid, direct, and economic identification. Once the excess paraffin was removed from the kidney fragment, this was deparaffinized in xylene, hydrated in 70% alcohol, placed in an Eppendorf tube containing 70% alcohol, and left under vigorous and constant agitation in a vortex until the tissue was disintegrated. The precipitated material was mixed with the 70% alcohol and 20 µL were collected for preparing the smears, which were stained with Giemsa. Myxobolus sp. spores at many developmental stages were observed by light microscopy. The technique has proved to be useful for recovering myxosporean parasites from tissue embedded in paraffin and it constitutes an effective tool for prevalence studies when the myxosporean parasites are not detected in fresh mounts.
Tecidos fixados e incluídos em parafina para estudos histopatológicos mantêm suas características celulares. Há vários protocolos de extração de material genético a partir de tecido incluído em parafina, mas não há protocolo para material destinado à identificação direta de parasitos. A falta de técnicas que descrevam a recuperação de parasitos a partir de tecido incluído em parafina fez com que se testasse uma técnica para recuperar mixosporídeos encontrados em fragmentos de rim de P. mesopotamicus incluídos em parafina, para rápida, direta e econômica identificação. Uma vez retirado o excesso de parafina do fragmento de rim, este foi desparafinado em xilol, hidratado em álcool 70%, colocado em tubo Eppendorf contendo álcool 70% e deixado sob agitação vigorosa e constante em vórtex até a desintegração do tecido. O material precipitado foi misturado ao álcool 70% e 20 μL foram coletados para confecção de extensões, que foram coradas com Giemsa. Esporos de Myxobolus sp. em vários estágios de desenvolvimento foram observados em microscopia de luz. A técnica mostrou-se útil para recuperação de mixosporídeos a partir de tecido incluído em parafina e constitui uma ferramenta eficaz para estudos de prevalência quando os mixosporídeos não forem detectados em montagens frescas.
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