This research aimed to evaluate, after two periods of storage, the emergence of seedlings of wild peanut species, under the treatment of seeds with ethylene and manual peeling of the fruits. The trials were carried out in a laboratory of Apta, at Polo Regional Centro Norte, in Pindorama – Sao Paulo, Brazil. Seven seedling samples of fi ve species (Arachis stenosperma, A. kuhlmannii, A. monticola, A. gregoryi, and A. williamsii) were used in the trials. The seeds were peeled or not (removal of the pericarp), and they were treated or not with ethylene for breaking the dormancy after they underwent a storage under natural conditions for 130 (assay 1) and 500 days (assay 2) after harvesting (DAH). All accessions presented a higher emergence of seedlings when submitted to ethylene treatment, indicating the presence of dormancy in seeds, especially for 130 days of storage. The seeds of A. monticola presented a signifi cant dormancy even after 500 days of storage. The wild species had different responses with regard to the emergence capacity of seedlings after the removal of pericarp, but at 130 days they presented, generally, a higher emergence without pericarp; however, due to the long period of storage, it seems they become sensitive to the peeling, germinating better with the pericarp.
O objetivo deste trabalho foi avaliar, após dois períodos de armazenamento, o poder germinativo de sementes de espécies silvestres de amendoim, sob a influência do tratamento com etileno e do descascamento manual dos frutos. O ensaio foi realizado em laboratório do Pólo Apta Centro Norte, em Pindorama, SP. Amostras de sementes de acessos das espécies Arachis stenosperma, A. kuhlmannii, A. monticola, A. gregoryi e A. williamsii foram utilizadas no ensaio. As sementes foram descascadas ou não (retirada do pericarpo), e submetidas ou não ao etileno para quebra da dormência depois de submetidos ao armazenamento em condições ambientais por 130 e 500 dias após a colheita (DAC). Todos os acessos apresentaram maior germinação quando submetidos ao tratamento com etileno, indicando a existência de dormência nas sementes, principalmente no período de 130 dias de armazenamento em condições naturais. As sementes de A. monticola apresentaram significativa dormência mesmo após 500 dias de armazenamento em condições naturais. As sementes silvestres responderam de forma diferente quanto à capacidade de germinação após a retirada do pericarpo, mas aos 130 dias, apresentam, no geral, maior teor germinativo sem o pericarpo; entretanto, com o longo tempo de armazenamento, tornam-se aparentemente sensíveis ao descascamento, germinando melhor com o pericarpo.
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