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Avaliação de materiais e revestimentos para o controle de incrustações do mexilhão dourado Limnoperna fortunei (Dunker, 1857)

    1. [1] Universidade Federal do Rio Grande do Sul

      Universidade Federal do Rio Grande do Sul

      Brasil

    2. [2] Fundação Luiz Englert
  • Localización: Biotemas, ISSN-e 2175-7925, Vol. 23, Nº. 2, 2010, págs. 87-100
  • Idioma: portugués
  • Títulos paralelos:
    • Evaluation of materials and coatings to control incrustation by Limnoperna fortunei
  • Enlaces
  • Resumen
    • English

      Experiments aimed at selection of materials and coatings with antifouling properties for Limnoperna fortunei were conducted in southern Brazil, in two localities: next to the main stream of the Jacuí River, municipality of Porto Alegre, RS, and the reservoir of the UHE Ibitinga power plant, on the middle Tietê River, SP. The tested materials were galvanized steel, carbon steel, coppered steel, and ceramic. The coatings used consisted of several paintings without oxides or with oxides in 5% concentrations such as nanometric ZnO, conventional ZnO particles, nanometric Cu2O, conventional Cu2O particles, and the paints commercial R and commercial bacteriostatic. The samples (six replicas each) were submerged in the water column at both places selected for the experiments, from October 2006 to February 2007. The metallic materials, steel coated with copper, galvanized steel, and carbon steel coated with R paint and with bacteriostatic paint, were considered promising in the control of Limnoperna fortunei encrustation. For the ceramic material, the coating with ZnO conventional paint was the one that presented the best results. On materials with and without coatings showing higher densities of encrusted golden mussels, a high incidence of biofilms, corrosion of the metallic material and coating deterioration were observed and considered to be related.

    • português

      Foram realizados experimentos objetivando selecionar materiais e revestimentos com propriedades antiincrustantes para o controle do bivalve Limnoperna fortunei no sul do Brasil, em duas localidades: no canal principal do rio Jacuí, Porto Alegre, RS, e no reservatório da UHE Ibitinga, médio rio Tietê, SP. Os materiais testados foram: aço galvanizado, aço carbono, aço cobreado e cerâmica. Os revestimentos utilizados foram tintas: básica sem óxidos; básica com óxidos em concentração de 5% como: ZnO nanométrico, partículas de ZnO convencional, Cu2O nanométrico, partículas de Cu2O convencional; e as tintas comerciais R e antibactérias. Corpos de prova com e sem revestimento (seis réplicas de cada), foram submersos na coluna d’água dos dois locais selecionados para os experimentos, entre outubro de 2006 e fevereiro de 2007. Quanto aos materiais metálicos, o cobre metálico, o aço galvanizado e aço carbono revestido com tinta comercial R e tinta antibactérias se demonstraram promissores no controle de incrustações do mexilhão dourado. Quanto ao material cerâmico, o revestimento de tinta base com ZnO comercial apresentou os melhores resultados. Nos materiais com e sem revestimentos, com elevadas densidades do bivalve, foi verificado que existe uma relação com a alta incidência de biofilmes, corrosão do material metálico e deterioração do revestimento.


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