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Los hábitos nutricionales y los perfiles antropométricos están directamente relacionados con el rendimiento competitivo; sin embargo, existe una gran falta de información sobre los atletas aficionados o profesionales de artes marciales mixtas (MMA) fuera del periodo competitivo. El objetivo de este estudio fue comparar el consumo de alimentos y el perfil antropométrico de luchadores de MMA aficionados y profesionales. La muestra estaba compuesta por 24 atletas masculinos de MMA, categoría de peso medio (edad: 27,5 ± 5,0 años; masa corporal: 79,0 ± 12,1 kg; altura: 173,5 ± 0,1 cm; %BF: 19,5 ± 4,0 %, IMC: 26,0 ± 2,8 kg/m2). El consumo de alimentos se evaluó sobre la base de tres diarios de alimentos de 24 horas utilizando el método Multi-Step en un período no competitivo y se analizó utilizando el software Dietbox v2.92. El grupo profesional era más joven (p = 0,001) que el grupo amateur. El gasto energético total fue similar entre aficionados (4364 ± 469 kcal) y profesionales (4312 ± 381 kcal). Aficionados y profesionales declararon un déficit energético entre las necesidades energéticas estimadas y la ingesta de energía. El consumo de carbohidratos estaba por debajo de los límites mínimos sugeridos (amateur: 3,3 ± 1,6g/kg/día y profesional: 3,3 ± 1,4g/kg/día). El consumo de proteínas estaba dentro de los límites sugeridos (amateur: 1,4 ± 0,9g/kg/día y profesional: 1,8 ± 0,8g/kg/día) y los lípidos presentaban valores limítrofes con respecto a las recomendaciones de la literatura (amateur: 0,9 ± 0,6 /g/kg/día y profesional: 1,8 ± 0,9 g/kg/día). Los atletas aficionados y profesionales no difirieron en términos de consumo de alimentos y perfil antropométrico. Ambos grupos, amateur y profesional, demostraron un balance energético negativo e incapacidad para alcanzarlos niveles sugeridos de ingesta de macronutrientes según la clasificación. Por lo tanto, se recomienda que ambos grupos de MMA reciban atención en cuanto a estrategias nutricionales
Nutritional habits and anthropometric profiles are directly linked to competitive performance; however, there is a great lack of information on amateur or professional mixed martial arts (MMA) athletes outside the competitive period. The aim of this study was to compare food consumption and anthropometric profile of amateur and professional MMA fighters. The sample was composed of 24 male MMA athletes, middleweight category (age: 27.5 ± 5.0 years; body mass: 79.0 ± 12.1 kg; height: 173.5 ± 0.1 cm; %BF: 19.5 ± 4.0 %, BMI: 26.0 ± 2.8 kg/m2). Food consumption was evaluated based on three 24-hour food diaries using the Multi-Step method in a non-competitive period and analyzed using the Dietbox v2.92 software. The professional group was younger (p = 0.001) than the amateur group. Total energy expenditure was similar between amateur (4364 ± 469 kcal) and professional (4312 ± 381 kcal). Amateur and professional reported an energy deficit between the estimated energy requirement and energy intake. Carbohydrate consumption was below the suggested minimum limits (amateur: 3.3 ± 1.6g/kg/day and professional: 3.3 ± 1.4g/kg/day). Protein intake was within the suggested limits (amateur: 1.4 ± 0.9g/kg/day and professional: 1.8 ± 0.8g/kg/day) and lipids presented borderline values about to with concerning the recommendations in the literature (amateur: 0.9 ± 0.6 / g/kg/day and professional: 1.8 ± 0.9 g/kg/day). Amateur and professional athletes did not differ in terms of food consumption and anthropometric profile. Both groups, amateur and professional, demonstrated negative energy balance and inability to reach the suggested levels of macronutrient intake according to the classification. Thus, it is recommended that both MMA groups receive attention regarding nutritional strategies
Hábitos nutricionais e perfis antropométricos estão diretamente ligados ao desempenho competitivo; no entanto, há uma grande carência de informações sobre atletas amadores ou profissionais de artes marciais mistas (MMA) fora do período competitivo. O objetivo deste estudo foi comparar o consumo alimentar e o perfil antropométrico de lutadores amadores e profissionais de MMA. A amostra foi composta por 24 atletas de MMA do sexo masculino, categoria peso médio (idade: 27,5 ± 5,0 anos; massa corporal: 79,0 ± 12,1 kg; altura: 173,5 ± 0,1 cm; %GC: 19,5 ± 4,0%, IMC: 26,0 ± 2,8 kg/m2). O consumo alimentar foi avaliado com base em três diários alimentares de 24 horas pelo método Multi-Step em um período não competitivo e analisado pelo software Dietbox v2.92. O grupo profissional era mais jovem (p = 0,001) que o grupo amador. O gasto energético total foi semelhante entre amadores (4364 ± 469 kcal) e profissionais (4312 ± 381 kcal). Amadores e profissionais relataram déficit energético entre a necessidade energética estimada e a ingestão energética. O consumo de carboidratos ficou abaixo dos limites mínimos sugeridos (amador: 3,3 ± 1,6g/kg/dia e profissional: 3,3 ± 1,4g/kg/dia). A ingestão de proteínas ficou dentro dos limites sugeridos (amador: 1,4 ± 0,9g/kg/dia e profissional: 1,8 ± 0,8g/kg/dia) e os lipídios apresentaram valores limítrofes em relação ao recomendado na literatura (amador: 0,9 ± 0,6/g/kg/dia e profissional: 1,8 ± 0,9g/kg/dia). Atletas amadores e profissionais não diferiram quanto ao consumo alimentar e perfil antropométrico. Ambos os grupos, amador e profissional, demonstraram balanço energético negativo e incapacidade de atingir os níveis sugeridos de ingestão de macronutrientes de acordo com classificação. Dessa forma, recomenda-se que ambos os grupos de MMA recebam atenção quanto às estratégias nutricionais
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