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Autogestão durante o período revolucionário português: o caso das operárias na fábrica Sogantal (1974-1976)

  • Autores: Pamela Peres Cabreira
  • Localización: Ex aequo, ISSN-e 2184-0385, ISSN 0874-5560, Nº. 50, 2024, págs. 75-92
  • Idioma: portugués
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  • Resumen
    • A autogestão enquanto forma de resistência foi largamente adotada durante o período revolucionário português, com uma incidência determinante no setor têxtil/confecções. O objetivo deste artigo é demonstrar e compreender a organização das operárias na fábrica Sogantal durante sua autogestão, buscando enfatizar características e atributos relevantes na relação entre classe e género. Metodologicamente analisamos fontes primárias, sobretudo da imprensa, comunicados e jornais produzidos pelas trabalhadoras. Nossa conclusão é que a organização das mulheres da Sogantal representou um exemplo na luta operária desenvolvida durante o período e que contribuiu para converter o trabalho alienado em uma forma de criação coletiva, com uma forte partilha de experiências e solidariedade entre trabalhadoras.


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