Ayuda
Ir al contenido

Dialnet


What would the Marshal do?: Historical heroes as role models in contemporary martial arts

    1. [1] Cardiff Metropolitan University

      Cardiff Metropolitan University

      Castle, Reino Unido

    2. [2] Cardiff University

      Cardiff University

      Castle, Reino Unido

  • Localización: Revista de Artes Marciales Asiáticas (RAMA), ISSN-e 2174-0747, Vol. 19, Nº. 2, 2024, págs. 79-92
  • Idioma: inglés
  • Títulos paralelos:
    • O que é que o Marechal faria?: Os heróis históricos como modelos nas artes marciais contemporâneas
    • ¿Qué haría el Mariscal?: Los héroes históricos como modelos en las artes marciales contemporáneas
  • Enlaces
  • Resumen
    • español

      Numerosos sistemas de artes marciales veneran a sus héroes, como fundadores míticos o líderes de escuelas notables. Este artículo presenta un estudio etnográfico realizado en The Blade Academy, una escuela de artes marciales históricas europeas (HEMA) en expansión en el Reino Unido. Entre las estrategias pedagógicas utilizadas por los instructores y estudiantes principales se encuentran las narraciones sobre figuras históricas, cuyas creencias y gestas heroicas deberían ser respetadas, e incluso emuladas, por los practicantes. En este trabajo se analiza el caso del caballero normando-inglés del s. XII-XIII Guillermo Mariscal, que el instructor principal utiliza como modelo principal de liderazgo, valor marcial, éxito económico y actividad moral. Examinamos los modelos idealizados de caballería que aspiran a seguir los artistas marciales modernos, a pesar de vivir en sociedades y sistemas de valores muy diferentes. Concluimos considerando los méritos de revivir figuras históricas que podrían actuar como modelos para los instructores modernos y para sus estudiantes.

    • English

      Many martial arts systems have their own revered heroes, such as mythical founders and leaders of notable schools. The paper draws on ethnographic research conducted on The Blade Academy, an expanding historical European martial arts (HEMA) school in the United Kingdom. Among pedagogic strategies used by the lead instructors and their core followers are narratives about historic figures whose heroic beliefs and deeds should be respected and even emulated by practitioners. This article explores the case study of 12-13th century Norman-English knight William Marshal, who is used as a principal model for leadership, martial valour, economic success and moral activity by the lead instructor. We examine idealised models of chivalry that such modern martial artists aspire to follow despite them living within very different societies and value systems. We conclude by considering the merits of revisiting historical figures who might act as role models for modern teachers and their students.

    • português

      Muitos sistemas de artes marciais têm os seus próprios heróis venerados, tais como fundadores míticos e líderes de escolas notáveis. O artigo baseia-se numa investigação etnográfica efectuada na “The Blade Academy”, uma escola de artes marciais históricas europeias (HEMA) em expansão no Reino Unido. Entre as estratégias pedagógicas utilizadas pelos instrutores principais e pelos seus principais seguidores contam-se narrativas sobre figuras históricas, cujas crenças e atos heróicos devem ser respeitados e até imitados pelos praticantes. Este artigo explora o estudo de caso do cavaleiro normando-inglês do século XII-XIII, William Marshal, que é utilizado como modelo principal de liderança, valentia marcial, sucesso económico e atividade moral pelo instrutor principal. Examinamos os modelos idealizados de cavalheirismo que esses artistas marciais modernos aspiram a seguir, apesar de viverem em sociedades e sistemas de valores muito diferentes. Concluímos, considerando os méritos de reviver figuras históricas que podem atuar como modelos para os professores modernos e os seus alunos.


Fundación Dialnet

Dialnet Plus

  • Más información sobre Dialnet Plus

Opciones de compartir

Opciones de entorno